quarta-feira, 1 de abril de 2026

História da Shiroi Kimonos

Fundada em 1988, na cidade de Apucarana – Paraná, a Shiroi Kimonos é uma marca brasileira especializada em equipamentos para artes marciais e reconhecida nacionalmente pelo bom custo-benefício em produtos voltados para o Judô, Jiu-Jitsu, Karatê, Taekwondo, Muay Thai e MMA.

Significado do nome

O termo "Shiroi" (白い) significa "branco" em japonês, refletindo a tradição de pureza e humildade nas artes marciais.

História da Shiroi

A marca surgiu como uma empresa familiar, fundada pelo ex-atleta de karate Mauricio Alves e sua mãe.

O negócio foi motivado pela dificuldade que Mauricio Alves (ex-atleta de karate) e sua mãe tinham em encontra kimonos de qualidade e com preço justo. A partir daí passaram a investir em um mercado pouco explorado, porém, muito promissor. Após uma lesão que o afastou das competições, Mauricio criou a marca Shiroi que rapidamente conquistou os atletas marciais de todo Brasil e outros países.

Em dezembro de 2011, a empresa sofreu um incêndio na sua fabrica, onde atingiu dois dos oitos barrações da empresa tendo um grande prejuízo na época. Apesar desse incidente a empresa continua firme e forte no seu segmento esportivo.

As lojas

A primeira loja fisica da Shiroi foi inaugurada em 1988, na cidade de Salvador – Bahia. Além da forte atuação na capital baiana, a empresa expandiu para outras regiões do país. Sua sede fabril está localizada no polo têxtil de Apucaana – Paraná.

Atualmente, a Shiroi está presente em diversas regiões do Brasil, atraves de uma ampla rede de revendedores (professores e lojas), como a ÁSIA3. Além de está presente online desde 2002, e nos principais marketplaces, como Mercado Livre e Shopee, ampliando ainda mais seu alcance no território nacional.

sábado, 21 de março de 2026

Gekan: transição do espaço externo para o interno da casa japonesa

É a área de entrada das casas japonesas, geralmente em um nível mais baixo que o restante da casa, onde as pessoas retiram os calçados antes de entrar em casa.

O genkan (玄関) é um espaço localizado na entrada principal da casa japonesa que marca o limite entre o ambiente externo (rua) e o interno (casa), embora esteja dentro de casa. Esta área também é um local de recepção rápidas e de interação.

Costume japonês que muitos países já conhecem e adaptaram para sua realidade usando outros recursos, como por exemplo, o uso de um banquinho com sapateira.

A prática de tirar os sapatos está ligada à cultura japonesa de manter os ambientes internos limpos, especialmente porque tradicionalmente se vive, come e dorme no chão (como nos tatames). O mesmo se aplica as ryokans (hospedarias tradicionais japonesas), templos e até mesmo restaurantes com salas de tatame.

Após retirar os sapatos, deixa-los sempre voltados para a porta e em seguida colocar as surippas (chinelo ou pantufa japonesa) que é encontrado no genkan para ser usado dentro de casa. Lembrando que o calçado só não pode ser usado sob o tatame.

A função principal do genkan

É “além de servir como local para tirar os sapatos, o genkan também funciona como uma área para receber visitas e encomendas. No passado, era comum que os visitantes fossem recebidos no genkan sem serem convidados a entrar na casa. Transações comerciais, como pagar contas ou receber encomendas, também podiam ocorrer nesse espaço de transição.

O genkan também serve como área de armazenamento para itens de uso externo, como sapatos, guarda-chuvas e casacos. Muitos genkan possuem armários embutidos para sapatos, chamados getabako (下駄箱), onde os moradores podem guardar seus calçados de forma organizada. Guarda-chuvas e casacos podem ser colocados em suportes ou ganchos específicos dentro do genkan.”

Um pouco da história e do significado cultural do genkan

Na cultura japonesa “tirar os sapatos antes de entrar em uma residência tem uma longa história no Japão, remontando a mais de mil anos. O genkan, como elemento arquitetônico distinto, surgiu durante o período Edo (1603-1868), quando se tornou um símbolo de status social. Possuir um genkan era um privilégio reservado à classe samurai, aos aristocratas e a indivíduos de alta posição.

Com a evolução da sociedade japonesa, o genkan tornou-se um elemento padrão na maioria das casas, refletindo os valores culturais de limpeza, respeito e separação entre espaços públicos e privados. O ato de tirar os sapatos no genkan representa a transição do mundo exterior para o espaço íntimo e limpo do lar.”

Origem da palavra genkan 玄関

“Na linguagem budista há uma frase que expressa bem sua etimologia e que diz “genmyô na michi ni hairu kanmon 玄妙な道に入る関門”, isto é “passagem para entrar no caminho misterioso”. Gen () significa “as profundezas da iluminação espiritual”. Kan () indica a entrada. Em outras palavras, há um profundo significado aí expresso, de ingressar nas profundezas do caminho do Budismo. Por isso se pensa que é importante mantê-lo sempre limpo.”

Sobre a estrutura do gekan

“Os verões japoneses são quentes e úmidos, e os invernos, secos. Para lidar com essas condições climáticas, as casas geralmente eram estruturas de madeira projetadas para controlar a umidade. As estruturas eram elevadas para manter a fundação seca e evitar o apodrecimento, o que significava ter que subir um degrau na entrada da casa. Esse degrau é o agarikamachi, que geralmente é revestido com madeira decorativa.

Estruturas de concreto, como prédios de apartamentos, não precisam ser erguidas do solo, mas as unidades nesses edifícios também possuem um degrau na entrada, indicando que é ali que os calçados devem ser retirados. Independentemente do estilo da moradia, a sensibilidade japonesa em relação à limpeza dita que qualquer coisa impura deve ser mantida fora de casa.”

Características do Genkan

Como já vimos, no Japão há o costume de se tirar os sapatos para entrar em casa, na entrada (genkan) há uma área para isso, chamada doma 土間 (piso de terra batida, chão sem assoalho). Em seguida há uma diferença de altura, pois é comum que o interior da casa esteja em nível mais elevado. Isso se deve ao fato de que o Japão tem um clima úmido, e tal elevação evita que a umidade do solo danifique o alicerce, os pilares e pisos com rachaduras ou mofo. Os visitantes às vezes conversam sentando-se nesta parte do degrau, e muitas vezes aí mesmo resolvem assuntos simples, sem ter que entrar em casa. O fato de tirar os sapatos para subir neste degrau significa, no consenso dos japoneses, que do espaço externo tem-se acesso ao espaço interno.

O genkan possui alguns elementos característicos, são eles:

Doma 土間 (chão) – Piso de terra batida ou chão sem assoalho. É usado como um termo genérico para pisos onde se tira e calça os sapatos. Também é chamado de tataki (三和土). Originalmente, o doma significava “o chão de terra batida no interior da casa”.

Agarikamachi 上がり框 (viga de madeira colocada em horizontal ao degrau do piso de entrada). Este degrau separa o nível entre o interior e o exterior. Os visitantes podem sentar-se ali ao tirar os sapatos; o degrau elevado também ajuda a manter a poeira da rua fora da casa.

Shikidai 式台 (degrau adicional para facilitar o acesso). No genkan, quando o agarikamachi é alto, instala-se o shikidai (tábua entre o chão e a viga de madeira horizontal agarikamachi), para facilitar a subida ou descida das pessoas. A origem do shikidai vem da peça de madeira instalada nas residências dos samurais, para que nenhum convidado pisasse o chão ao subir no palanquim. Além disso, em vez da tábua de madeira do degrau inferior (shikidai), coloca-se uma base de pedra achatada chamada kutsunugi-ishi (沓脱石), para se tirar os sapatos antes de entrar. Na pequena entrada (nijiriguchi 躙口) da sala de chá há também esta pedra.

Toritsugi 取次ぎ (recepção ou hall de entrada). Espaço interno com piso de madeira onde chinelos são deixados para os visitantes. Atualmente é chamado de “hall de entrada”.

Ainda temos o Getabako (下駄箱) ou armários de sapatos para guardar calçados; Ganchos ou suportes para pendurar casacos e guarda-chuvas e prateleira ou armário chamado tenbukuro (天袋) para guardar pequenos objetos como chaves ou correspondências.

Ilustração de Sato Tadashi

Etiqueta no Genkan

É um aspecto essencial da cultura japonesa. Quando um visitante é convidado a entrar em casa, deve-se evitar andar descalço para não sujar o chão. Então, tire os sapatos no genkan, e acomoda-los cuidadosamente com as mãos, virando-os para fora para facilitar a retirada na saída, tomando cuidado para não virar as costas para o anfitrião ao fazê-lo. Os chinelos podem ser fornecidos para uso dentro de casa. É importante evitar pisar no piso do genkan usando apenas meias ou com os pés descalços, pois isso é considerado impuro. Em vez disso, deve-se pisar diretamente do calçado de rua para o piso elevado da área de estar.

Quando conhecidos ocasionais aparecem ou as interações são breves, os moradores costumam resolver a questão no genkan. Nesse caso, o genkan serve como um espaço informal de recepção e às vezes é decorado com um quadro ou um vaso de flores em cima do armário de sapatos. Ao sair de casa, é educado virar os sapatos de forma que os dedos fiquem voltados para a porta, facilitando o calçar. Evite colocar os sapatos no piso elevado ou voltar para o genkan com seus chinelos de uso interno.

No verão, quando o calor pede sandálias, é melhor levar um par de meias curtas para usar antes de calçar os chinelos do anfitrião. Antigamente, quando as pessoas usavam zōri 草履 (são sandálias planas de palha de arroz) ou geta 下駄 (são tamancos de madeira com dentes), lavavam os pés na entrada de terra batida ou calçavam tabi 足袋 (meias tradicionais japonesas, usadas com calçados de tiras) antes de entrar na casa.

Tirar o casaco na entrada para evitar que a sujeira entre na casa também é uma demonstração de boas maneiras. Pelo mesmo motivo, qualquer presente para a família deve ser retirado da sacola ou furoshiki em que veio embalado, e o presente em si deve ser apresentado no cômodo após as saudações formais. Se o presente for uma planta em vaso ou alimento fresco, deve ser entregue ao anfitrião no genkan, para evitar sujeira ou odores na casa.

Em resumo, as regras de etiqueta do genkan, são:

Ø  Retire os sapatos, começando pelo pé do lado mais distante do anfitrião, antes de subir para dentro da casa. Isso evita que você esbarre no anfitrião caso perca o equilíbrio ao tirar os sapatos. Ao fazer isso, tome cuidado para não pisar nos calcanhares dos seus sapatos. Se necessário, agache-se para tirar o calçado com segurança, certificando-se de não dar as costas ao seu anfitrião. Se tiver dificuldade em se agachar, sente-se no degrau depois de se desculpar. Posicione-se de lado no degrau, de forma que suas costas não fiquem voltadas para o anfitrião. Assim que você tiver os dois pés no degrau, ajoelhe-se, novamente sem virar as costas para o anfitrião. Use uma das mãos para virar o calçado arrumado e alinhado para fora da casa, colocando-o do outro lado do anfitrião ou ao lado do armário de sapatos.

Ø  Não pisar na área suja. Evite pisar com meias ou descalço na área de piso baixo onde os sapatos da rua foram deixados.

Ø  Uso de chinelos (surippas): Se lhe oferecerem chinelos (surippas), calce-os.

Ø  Ao sair da casa: vire os sapatos para fora, pise na área baixa sem pisar no chão limpo com as pantufas de dentro, e calce-os.

Ø  O espaço pode ser usado para recepções rápidas sem entrar na casa.

Além da função prática, o genkan tem significado simbólico, representando a passagem do mundo exterior para o interior, com raízes até na filosofia budista.

Atualmente, esse costume japonês tem sido adaptado em outros países como uma forma de manter a casa mais limpa e organizada.

Referência

https://www.chadourasenke.org.br/sala/genkan/

https://www.japan-experience.com/plan-your-trip/to-know/understanding-japan/genkan

https://www.nippon.com/en/guide-to-japan/gu020004/ 

terça-feira, 10 de março de 2026

15 Documentários sobre Artes Marciais

Separei alguns documentários que abordam as diversas artes marciais, dentre elas, Kung Fu, Karate, Jiu Jitsu, Capoeira, Taekwondo, Muay Thai.

Os documentários exploram a história, a filosofia, a técnica e o treinamento intenso de diversas modalidades.

Confira abaixo alguns desses documentários, espero que gostem.

S.A.M – Segredos das artes marciais (originalmente XMA: Xtreme Martial Arts, 2003)

Documentário produzido pelo Discovery Channel que analisa a física e a biomecânica de algumas técnicas utilizadas por alguns artistas marciais. O documentário mostra como esses artistas marciais de elite geram força, velocidade, impacto, equilíbrio durante a execução de uma técnica.

Conheça alguns artistas de artes marciais que participaram deste documentário

Bren Foster é um ator e artista marcial australiano. Ele é mais conhecido por seu papel em The Last Ship, da TNT. Foster possui faixas pretas em taekwondo, hapkido, hwarangdo e jiu-jitsu brasileiro.

Arnold Chon é um renomado artista marcial, campeão da NASKA (North American Sport Karate Association). e dublê profissional de Hollywood, conhecido por seu trabalho em Rush Hour, Piratas do Caribe e Mortal Kombat: Conquest.

Começou a treinar aos 5 anos de idade, conquistando a faixa preta aos 11 anos. Ex-campeão da NASKA e duas vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em Taekwondo, também treinou lutadores de elite do UFC/Bellator.

Iniciou seu treinamento no Instituto Jhoon Rhee, na Virgínia, conquistando a faixa preta aos 11 anos de idade.

Fumio Demura foi um carateca e kobudoka nipo-americano, radicado nos Estados Unidos desde meados da década de 1960. Faixa preta 9º dan em caratê Shitō-ryū, ele foi o dublê de artes marciais de Pat Morita no primeiro, terceiro e quarto filmes de Karate Kid, e foi uma das inspirações para o personagem Sr. Miyagi.

Demura praticou também Aikido, Judô.

Fumio Demura faleceu em 24 de abril de 2023.

James Jene Fae Lew é um artista marcial, ator, dublê e coordenador lutas muito famoso na década de 80. Praticantes das seguintes artes marciais: Taekwondo, Kung Fu, Jeet kune Do, Tang Soo Do, Hapkido, Boxe ocidental.

Conhecido como um especialista em armas de artes marciais e renomado coordenador de lutas em Hollywood.

Foi integrado no hall da fama do "Martial Arts History Museum" e reconhecido como um dos grandes nomes das artes marciais por revistas especializadas. 

Johnny Tri Nguyen é um artista marcial versátil com formação em Wushu, tendo competido pela seleção americana. Ele também treinou artes marciais mistas (MMA), Vovinam, Tai chi, Aikido e também demonstrou habilidades em chutes acrobáticos (tricking) vistos em filmes como The Rebel. Atualmente envolvido na promoção e prática de artes marciais mistas no Vietnã.

Marcus "The Afro Ninja" Hicks é um lutador profissional de Artes Marciais Mistas (MMA), e treinador, conhecido por sua passagem pelo WEC e por lutar no Legacy FC. Ele teve sua estreia em 2002, e acumulou um cartel inicial de 5-0, com destaque para sua técnica de finalização, incluindo vitórias por chave de braço. Marcus competiu pela última vez em 2014.

Faixa-preta de 4º grau em Jiu-Jitsu Brasileiro, ele também treinou muay thai e boxe.

Matt Mullins é um artista marcial, ator, dublador e dublê. É faixa-preta 7º dan em Karatê (Shorei-Ryu) e faixa-roxa em Jiu-Jitsu Brasileiro. Matt foi 5 vezes campeão mundial de Kickboxing e co-criador do estilo Extreme Martial Arts (XMA), além de ser líder da equipe de demonstração da Sideswipe.

Matt Mullins, ele foi o Johnny Cage em Mortal Kombat: Rebirth e Mortal Kombat: Legacy, além de ter sido o Len/Kamen Rider Cavaleiro Alado em Kamen Rider: O Cavaleiro Dragão.

Michael Chaturantabut ("Mike Chat") é um artista marcial tailandês-norte-americano, fundador da Extreme Martial Arts (XMA) e sete vezes campeão mundial. Ele é faixa-preta 6º Dan em Okinawan Shorei-Ryu e Tae Kwon Do, além de praticar Wushu chinês, kickboxing, acrobacias, dança e yoga. É conhecido como Chad Lee (Ranger Azul) em Power Rangers Lightspeed Rescue e no WMAC Masters. Ele é pioneiro nas artes marciais extremas, misturando estilos tradicionais, acrobacias e armas, influenciando o cinema de ação de Hollywood e treinando celebridades

A Arte Marcial no Cinema

Lançado em 2002, o documentário faz uma análise da história dos filmes de artes marciais, desde suas raízes chinesas até os dias atuais, apresentada por Samuel L. Jackson e desfrute dos momentos mais repletos de ação de mais de 100 filmes, incluindo filmes raros e sucessos atuais.

Fightworld (Lutas Ancestrais)

O documentário foi lançado em 2018. A série possui 5 episódios. Esta série não é apenas sobre lutas, mas sim sobre as pessoas que lutam. Nesta série documental realista, o ator e entusiasta de lutas Frank Grillo viaja pelo mundo para explorar diversos métodos de luta e as culturas em que essas tradições evoluíram e perduraram. Acompanhe Frank enquanto ele recebe acesso sem precedentes a esses distintos mundos de combate e seus praticantes, desde lutadores de Krav Maga em Israel até boxeadores de Muay Thai na Tailândia.

A série pode ser vista na Netflix.

Lutadores

O documentário foi lançado em 2023. A série possui 7 episódios.

Nesta série documental, ex-astro da WWE Al Snow tenta recuperar a Ohio Valley Wrestling, orientando lutadores iniciantes e experientes.

A série pode ser vista na Netflix.

Conor McGregor: Além do Octógono

O documentário foi lançado em 2023. A série possui 4 episódios.

Prisões, socos e muito drama. Conor McGregor virou a maior aposta do UFC, lutando com todas as forças para chegar ao topo. Com seus golpes potentes, provocações de tirar a paciência, e muito drama. Esta série documental acompanha a carreira do lutador mostrando cada golpe sem censura.

A série pode ser vista na Netflix.

Contragolpe

O documentário foi lançado em 2017.

Com a queda na popularidade do boxe, três lutadores em diferentes estágios na carreira fazem os maiores sacrifícios para se tornarem campeões.

O filme pode ser vista na Netflix.

Choke

Lançado em 1999, o documentário acompanha o lutador brasileiro de Jiu-Jitsu, Rickson Gracie, mostrando um pouco do dia a dia do campeão, como: rotina de treinamento, sua dieta e relacionamento com os outros lutadores, durante sua preparação e participação no torneio "Japan Open" em 1995. O documentário mostra os bastidores das lutas, a filosofia de vida de Rickson e o controle da respiração e da mente.

I am Bruce Lee

Lançado em 2012, narra a vida e o legado do ícone das artes marciais. O documentário mistura imagens de arquivo com entrevistas de familiares, amigos e fãs famosos, explorando sua trajetória como artista marcial, ator e ícone cultural.

A Biografia de Bruce Lee

Nesse documentário você acompanhará a trajetória de vida desse lendário rei das artes marciais, seus treinamentos, seus filmes, seu sucesso meteórico nos cinemas e sua morte precoce aos 32 anos.

Viver para Lutar

O documentário foi lançado em 2017. A série possui 6 episódios.

Três continentes, cinco países e mais de 30 mil quilômetros percorridos. Por longos três meses, Rodrigo Minotauro atravessou um extenso labirinto para desvendar os segredos de seis artes marciais que ajudaram a moldar o que hoje é o MMA. A saga de Minotauro passou ainda por Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos, onde vivenciou a rotina de treinos dos atletas de muay thai, caratê, judô, taekwondo e wrestling.

Be Water

Lançado em 2020, o documentário aborda a vida do astro Bruce Lee que começa em 1971, após ser rejeitado por Hollywood, Bruce Lee retornou à terra natal de seus pais, Hong Kong, para realizar quatro filmes icônicos. Traçando suas lutas entre esses dois mundos, o documentário explora questões de identidade e representação por meio do uso de arquivos raros, entrevistas com entes queridos e os próprios escritos de Bruce, construindo um olhar sobre a jornada que o levou a se tornar um ícone mundial.

O documentário explora a luta contra o racismo em Hollywood e sua filosofia revolucionária que moldou as artes marciais modernas.

Espirito da luta: terra da luta, as artes marciais brasileiras

Série documental lançado em 2017, pelo canal Combate/UFC, aborda a origem das artes marciais e o contexto em que o MMA foi criado. A série possui 3 episódios.

Sobre o documentário

Cada episódio aborda um tema diferente. O documentário “Espírito da Luta” revela a paixão e a cultura por trás de cada arte marcial brasileira.

O primeiro episódio, chamado de “12 de novembro", conta a história do nascimento do maior evento de MMA do mundo, o UFC.

O segundo episódio, o tema “Terra de Luta” aborda as artes marciais praticadas em tribos indígenas e comunidades isoladas no interior do Brasil, como a luta Huka-Huka, original das tribos indígenas Kamayurá, e a luta Marajora, típica de Soure, na Ilha de Marajó no Pará.

O documentário ainda mostra uma visita a cidade se Salvador, onde entrevista alguns personagens importantes da capoeira, como Mestre Itapuã e Mestre Nenel.

E o terceiro e último episódio, com o tema “Paixão e Luta", vemos como diferentes etnias compartilham suas motivações, histórias e, é claro, sua paixão pelo esporte.

Os episódios, dirigidos pelos cineastas João Wainer, Paulo Caldas e Tadeu Jungle, também trazem imagens de arquivo de grandes confrontos, entrevistas com atletas, fãs de artes marciais e depoimentos dos fundadores do UFC.

Artes marciais, A via do guerreiro

Sobre este documentário

O mais completo documentário sobre artes marciais alguma vez realizado, produzido pela Budo International para a Universal Studios, através do seu canal europeu. Uma obra impressionante, profunda e dinâmica, com um ritmo verdadeiramente frenético, em que as cenas e os contextos mudam constantemente: ora estamos no Japão, ora no Brasil, nos EUA, na China, na Tailândia ou até nas ruas de Génova, em Itália. O programa apresenta o melhor dos atuais mestres e especialistas internacionais para revelar os seus métodos, as suas opiniões, bem como as origens e a evolução das artes abordadas. Karaté, Taekwondo, Hapkido, Hwa Rang Do, Kickboxing, Judo, Jiu-Jitsu, Wing Tsun, Arnis-Kali-Eskrima, Pentjak Silat, Muay Thai, Kajukenbo, Tai Chi Chuan, Shaolin, Kung Fu, Yoga, Shugendo, Kobudo, Kendo, Iaido, Aikido… As artes marciais são muito mais do que um desporto, um passatempo ou um sistema de defesa. As artes marciais são uma filosofia de vida, um caminho de consciencialização e crescimento pessoal; as artes marciais são o caminho do guerreiro.

Vídeo completo: https://www.youtube.com/watch?v=sn5_Cx2gr7I

Vale Tudo, Capoeira e Jiu-Jitsu – Os esportes de combate no Brasil (documentário completo, 2014)

Sobre o documentário

Um campeão encara a elite dos esportes de combate! Aurélien Duarte, mestre em artes marciais e várias vezes campeão mundial, embarca numa jornada pelo mundo para explorar as artes marciais. Ele vai se encontrar com praticantes, professores, grandes mestres e verdadeiros apaixonados que vivem intensamente seus esportes. Neste episódio de "Planète Fight", Aurélien Duarte aterrissa no Brasil para mergulhar nos esportes que são a alma do país, como a icônica capoeira e o famoso jiu-jitsu brasileiro.

Título original: Planète Fight - Brésil Um filme de Aleksandar Dzerdz

Aikido – documentário do National Geographic

Sobre o documentário

Da série documental de artes marciais da National Geographic, "Artes Mortais", o "Aikido" é uma das artes marciais abordada nesta série. O episódio possui 45 minutos e foi filmada em agosto de 2004, a apresentação da série é a faixa preta Josette D. Normandeau, que mostra a fundo os locais mais sagrados do Aikido, o Aikikai Hombu Dojo e o Ibaraki Dojo em Iwama, para apresentar a arte ao público em geral.

A série documental de artes marciais da National Geographic, "Artes Mortais", explorou seis diferentes artes marciais mais populares e outras menos conhecidas através das experiências dos mestres que ensinam em seus países de origem, como: Aikido no Japão, Capoeira no Brasil, Karate no Japão, Kalaripayyattu na Índia, Savate na França e Muay Thai na Tailândia, examinando técnica, cultura, história e filosofia.

Os mestres revelaram seus segredos a jornalista e artista marcial Josette Normandeau, que viaja pelo país. 

Dica bônus

De Corpo e Alma

A nova série documental lançada em 2026, pelo canal Combate, possui 4 episódios e aborda histórias de competidores, instrutores, mulheres, jovens e idosos, focando no impacto da luta na saúde mental, equilíbrio e superação de desafios pessoais. 

Uma minissérie documental que percorre o Brasil aborda o impacto de lutas e artes marciais na vida das pessoas, focando em histórias reais de disciplina, resiliência e transformação.

Você pode assistir este documentário no canal Combate e no Globoplay. 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Wallpapers de Artes Marciais para PC e celular

Criamos alguns wallpapers de artes marciais para você usar como plano de fundo do seu celular e no PC.

Espero que gostem.

Wallpaper para PC









Wallpaper para celular









segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

10 Livros sobre o Judô

Confira abaixo 10 dicas de livros e 4 dicas extras de livros sobre o judô.

Espero que gostem das dicas.

Judô Kodokan

Escrito por Jigoro Kano. Esse livro é o guia mais abrangente e abalizado já escrito sobre essa arte marcial.

Sinopse: Mais de cem anos atrás, Jigoro Kano dominava a arte do manejo da espada e do combate sem armas. Sem conseguir encontrar nenhum princípio por trás dessas técnicas, ele se dispôs a criar uma nova arte marcial que refletisse o conceito de eficiência máxima no uso da energia física e mental. Os conceitos e técnicas de judô ensinados hoje em dia na Kodokan são os originalmente criados por Jigoro Kano e foram todos reunidos nesse livro. Abrangendo desde as técnicas básicas até os exercícios formais pré-estabelecidos para homens e mulheres, Judô Kodokan oferece explicações detalhadas de como as técnicas são combinadas em dois tipos de prática: randori (prática livre) e kata (prática das formas). Além de um capítulo sobre os métodos tradicionais de ressuscitação, no final do livro é apresentado um apêndice muito útil, com informações sobre o autor e o Centro Internacional de Judô da Kodokan, e também um glossário com os termos mais usados no judô. Ricamente ilustrado, Judô Kodokan é um excelente aliado dos alunos e instrutores que desejam conhecer a fundo os princípios, as técnicas e o espírito dessa tão popular arte marcial.

Editora: Cultrix

Páginas: 272

JUDO: O Companheiro de Treino Definitivo

Escrito por Tales of Elysium.

Sinopse: Este livro foi meticulosamente elaborado e desenhado para ser a sua ferramenta principal para acompanhar o seu progresso, definir metas e dominar as suas técnicas de Judô.

Com 100 páginas de seções meticulosamente organizadas, este livro oferece um layout abrangente para registrar detalhes vitais do treinamento, como a data, o humor, os horários de início e término do treino, duração, condições climáticas, localização e o treinador presente. Ele também inclui tabelas dedicadas para definir objetivos do treinador e do praticante, espaço para anotar técnicas aprendidas, áreas para melhoria e amplo espaço para notas pessoais.

Seja você um praticante experiente de Judô ou esteja apenas começando sua jornada no Judô, este caderno será seu companheiro constante na busca pela excelência no tatame. Assuma o controle de suas sessões de treinamento, acompanhe seu progresso e veja suas habilidades alcançarem novos patamares com "JUDÔ - O Companheiro de Treino Definitivo".

Editora: Independently Published

Número de páginas: 101

Memórias de Jigoro Kano

Escrito por Brian N. Watson. Através das traduções ao longo de muitos anos das palestras de Kano, Brian Watson, apresenta nessa obra a filosofia, os métodos e os objetivos de Jigoro Kano, o “pai do Judô”. 

Sinopse: Este livro traz os pontos de vista de Kano sobre a importância do randori, dos katas do Judô, da postura correta e das competições, além dos conselhos gerais que ele oferecia aos judocas, principalmente com relação às suas responsabilidades éticas, morais e intelectuais. O autor mostra também que o Judô, além de ser uma atividade física e mental completa, possui grande potencial no âmbito espiritual.

Editora: Cultrix

Número de página: 248

O Judô nas escolas e dojô japoneses

Escrito pelos autores Antônio Carlos Tavares Junior, Alam dos Reis Saraiva, Carlos Eugênio Vieira Losso, Édson Luís Lorenzett, Gleyson Ribeiro Alves, Nicodemos Filgueiras Junior, Rodrigo Augusto Trusz, Saimon Magalhães de Souza, Silvana Harumi Nagai.

Em um momento singular para o Judô, de perda de Senseis icônicos, associada ao distanciamento social como consequência de uma pandemia mundial que já atravessa mais de ano e leva a toda ordem de dificuldades, inclusive econômicas, surge um grupo de professores (Senseis) que, na contramão de tudo, se reúnem, lutam e, com muita garra e determinação, organizam cursos e escrevem um livro que objetiva perpetuar os ensinamentos da modalidade aprendidos na Terra do Sol Nascente, berço do Judô.

Sinopse: Este livro é uma compilação das observações e experiências de um grupo de professores brasileiros que tiveram a grande oportunidade de conhecer o país berço do Judô. Esse grupo foi formado a partir de um edital lançado pela Confederação Brasileira de Judô – CBJ para o Intercâmbio de estudos Sport for Tomorrow – Judô nas Escolas Públicas do Brasil, fomentado pelo Japan Sport Council, com apoio da Embaixada Japonesa no Brasil, Instituto Kodokan do Brasil e a Confederação Brasileira de Judô. Com professores de judô de nove estados brasileiros, esse grupo foi formado levando em conta o trabalho dos profissionais em escolas, universidades e projetos sociais.

Editora: Telha

Número de páginas: 172

O Lúdico do Judô: brincando também se aprende 

Escrito por Antônio Roberto Coimbra e Sérgio Barrocas Lex. o livro disserta sobre a aplicação de conceitos lúdicos nas aulas de judô para direcionar o aprendizado.

O livro coloca em pauta como o judô pode ser ensinado de maneiras diferentes para priorizar, também, o entretenimento do aluno, facilitando o aprendizado de técnicas e filosofias relacionadas à arte marcial de maneira consciente. Assim, é feito um direcionamento dos objetivos propostos em cada aula para implicar o melhor desenvolvimento possível do aluno na modalidade.

O material contém diversas dicas de jogos e outras atividades lúdicas a serem aplicadas, bem como depoimentos de personalidades ligadas diretamente ao judô e prefácios escritos pelos senseis Michiharu Sogabe e Calazans Camargo e pelo professor doutor José Augusto Maciel Torres. O livro é indicado para professores, mestres, estudantes de educação física e todos aqueles apaixonados por pedagogia marcial.

Editora: Bueno

Número de páginas:

Judô infantil: uma brincadeira séria!

Escrito por Antônio Francisco Cordeiro Roza.

Sinopse: Este livro sobre Jogos Educativos é parte integrante do Projeto Caravana do Esporte, iniciativa da ESPN BRASIL, que se constitui em 10 incursões de ação social pelo Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, com o objetivo de estimular a prática do esporte com pressupostos educacionais e de inclusão social, em comunidades distantes e carentes, aliando os valores do esporte à educação, com intuito de despertar nos jovens à cidadania. Assim, realizando ações em conjunto com as escolas locais, envolvendo alunos, professores, funcionários, pais e toda a comunidade.

Editora: Phorte

Número de páginas: 120

Preparação física para atletas de judô

Escrito pelo renomado Prof. Dr. Emerson Franchini e Fabricio Boscolo Del Vecchio

Sinopse: No judô competitivo, a forma como um treinador organiza o processo de treinamento de seu atleta é uma tarefa muito importante para um bom desempenho e um melhor aproveitamento dos procedimentos técnicos. Neste sentido, para atender esta necessidade, a Phorte Editora lança o livro preparação física para atletas de judô, organizada com o objetivo de estruturar o planejamento do processo de treinamento físico.

Em oito capítulos, o livro descreve desde a organização e a sistematização do treinamento até os casos de lesões que podem ocorrer com o judoca quando é feito um planejamento técnico limitado. A obra, inédita no cenário literário nacional, tem fundamento em questões científicas e na vivência prática dos autores, respeitando cada segmento que compõe o processo do treinamento no judô.

Editora: Phorte

Número de páginas: 224

Judô Adaptado: Organização, Indicadores de Desempenho e Propostas de Avaliação Física

Escrito por Rafael Lima Kons e Daniele Detanico.

Sinopse: Judô adaptado: organização, indicadores de desempenho e propostas de avaliação física apresenta uma série de informações referentes à modalidade de judô para pessoas com deficiência, com foco na deficiência visual e intelectual e em alguns indicativos para a deficiência física. Ao longo dos capítulos, são abordadas temáticas abrangentes do judô adaptado, desde o processo histórico, passando por organização, regras, prevalência e magnitude de lesões, processo de perda de peso, desempenho físico, desempenho competitivo, até propostas de avaliação específica e de ensino-aprendizagem no judô adaptado. Os diferentes tópicos trazem, em linguagem clara e objetiva, informações da literatura nacional e internacional sobre judô adaptado; e direcionam estratégias práticas para os profissionais que atuam nessa modalidade. Profissionais multidisciplinares da área esportiva, com foco em história, ensino-aprendizagem, organização de eventos, preparação física, reabilitação e nutrição, serão beneficiados com os conteúdos tratados neste livro. Ainda, estudantes de Educação Física e áreas afins, professores, treinadores e admiradores do judô encontrarão evidências científicas relacionadas ao judô adaptado.

Editora: Appris

Número de páginas: 163

Judô Kyohon - Os Ensinamentos Fundamentais do Judô

Escrito por Jigoro Kano traduzido por Luiz Pavani.

Sinopse: É único livro escrito integralmente pelo criador do Kodokan judô. A seguir você terá acesso ao que há de mais importante no judô diretamente com Jigoro Kano, a partir das palavras do próprio mestre. Você terá acesso a diversos aspectos do judô pelos olhos de seu criador quando ele aborda temas como fundamentos técnicos, waza, kata, história e filosofia do judô.

Esse é o livro que faltava na sua biblioteca como um judoca que deseja conhecer o verdadeiro espírito dessa arte marcial, esporte e caminho de vida. Mais do que um manual de judô, essa obra é um acesso único à visão de Jigoro Kano para o caminho que ele criou e hoje está presente em todo o mundo beneficiando milhões de praticantes todos os dias.

Editora: Master esportes

Número de páginas: 154

Judô... da Reflexão à Competição: O Caminho Suave

Escrito por Chuno Mesquita

Sinopse: Este livro aborda o judô por diferentes e entrelaçados olhares. Ao iniciar pelos princípios históricos e filosóficos, auxilia a compreender o judô como prática sociocultural ao pensá-lo desta maneira, destaca alguns dos códigos, sentidos, valores históricos e sociais atribuídos ao judô, identificando a importância de pensar o que significa praticá-lo e ensiná-lo. O que é valioso para todos, especialmente àqueles que defendem processos educacionais comprometidos com a formação humana, cidadã, questionadora e crítica. O que inclui as práticas pedagógicas dos Professores e Professoras de Educação Física.

Editora: Interciência

Número de página: 252

Vou deixar abaixo um bônus. A coleção judô. Uma coletânea de 3 livros que aborda três técnicas muito utilizada no judô. E mais um livro escrito por Emerson Franchini.

Nage waza: Técnicas de projeção (Coleção Judô Livro 1)

Escrito por Edson Silva Barbosa

Sinopse: Destinado aos iniciantes na prática do judô e, por isso mesmo, escrito em uma linguagem de fácil compreensão e amplamente ilustrado, este livro apresenta os fundamentos do esporte, descreve todas as técnicas de projeção (nage waza), que constituem o tema central do presente volume, bem como explica os principais gestos de arbitragem.

Editora: Phorte

Número de páginas: 284

Katame waza: Técnicas de chão (Coleção Judô Livro 2)

Escrito por Edson Silva Barbosa

Este volume 2 da coleção Judô traz ao leitor o katame waza, conjunto de técnicas para treinamento de chão, que inclui imobilizações, estrangulamentos, chaves e torções. Traz, também, algumas defesas, passagens de guarda e sugestões voltadas para o judô competitivo. Procura-se transmitir ao leitor a maneira mais prática de executar cada técnica. Além disso, leva-se em conta que existem técnicas que podem ser aplicadas em posição de defesa ou de ataque, bem como que certos golpes podem ser executados de diferentes maneiras.

Editora: Phorte

Número de páginas: 206

Nage no kata, Katame no kata (Coleção Judô Livro 3)

Escrito por Edson Silva Barbosa

Este volume 3 da coleção Judô objetiva apresentar todos os detalhes dos kata mais praticados pelos estudantes de judô: o nage no kata, composto pelas técnicas de mão, de quadril, de perna, de autossacrifício frontal e de autossacrifício lateral; e o katame no kata, composto pelas técnicas de imobilização, de estrangulamento e de chaves e torções.
O livro traz, ainda, as técnicas de gokyō no waza, compostas por cinco grupos de oito projeções, cujo aprendizado é exigido para que se possa avançar para graduações superiores, bem como as técnicas fundamentais de kappō, utilizadas para reanimação e recuperação do atleta nos atendimentos de emergências dentro e fora dos tatames.

Editora: Phorte

Número de páginas: 206

Judô – Desempenho esportivo

Escrito por Emerson Franchini. Na segunda edição deste livro foi adotado um critério mais rigoroso para a seleção dos trabalhos que fundamentaram os diferentes capítulos. Certamente, muito ainda será produzido sobre a modalidade e espera-se que este livro proporcione a base necessária para acompanhar essa evolução.

Sinopse: Nesta edição, dez capítulos discutem aspectos relevantes para a compreensão da modalidade, que, quando bem compreendidos, podem facilitar o processo de elaboração do treinamento. Espera-se que os conhecimentos no livro abordados, juntamente com outros do repertório de profissionais de diferentes áreas que atuam com atletas de judô, possam contribuir para a melhoria do processo de treinamento na modalidade e até mesmo em outros esportes de combate.

Editora: Manole

Número de páginas: 462

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Documentários sobre os mestres de capoeira

Existem vários documentários excelentes sobre a história e legado de alguns mestres de capoeira, e para conhecer um pouco mais sobre a história dos grandes mestres da capoeira, esta semana separei alguns documentários falando sobre estes mestres. Confira abaixo.

Mestre Bimba




Mestre Pastinha





Mestre João Grande



Mestre Ezequiel



Mestre Gajé


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Datas comemorativas nas Artes Marciais

Krav Maga

No dia 18 de janeiro é comemorado o Dia Nacional do Krav Maga. Esta data foi instituída por lei federal no Brasil para celebrar a chegada do Grão Mestre Kobi Lichtenstein ao país em 1990, responsável por difundir essa defesa pessoal israelense na América Latina.

Hapkido

Dia Nacional do Hapkido no Brasil é comemorado no dia 25 de janeiro. Data marca o primeiro exame de faixa preta de Hapkido realizado no país em 1974, sendo uma celebração da arte marcial coreana de defesa pessoal, com eventos e exames de graduação ocorrendo em várias academias e federações em todo o Brasil. 

Muay Thai

O Dia do Muay Thai é comemorado em duas datas diferentes. A primeira em 6 de fevereiro, em celebração da coroação do Rei Pra Chao Sri Sanphet VIII, também conhecido como Phra Chao Suea (Rei Tigre). O Rei Tigre era um grande incentivador do Muay Thai e habilidoso em combate. A segunda data, 17 de março, comemora a bravura do lendário lutador Nai Khanom Tom, prisioneiro de guerra que lutou e venceu 10 guerreiros birmaneses, sendo considerado o "Pai do Muay Thai". Foi a primeira vez que o Muay Thai foi exibido fora da Tailândia em combate. 

Boxe

Existem duas datas que comemora esta luta. A primeira o Dia Nacional do Boxe, celebrado no dia 26 de março, quando começou a desenvolver o boxe no Brasil, lembrando figuras como por exemplo, Eder Jofre, Adilson "Maguila" Rodrigues, Acelino "Popó" Freitas.  A segunda é o Dia Internacional do Boxe, em 27 de agosto, que reconhece a importância do esporte, celebrando atletas e a disciplina, coragem e superação que ele inspira, e homenageia a primeira edição do Campeonato Mundial de Boxe em 1974.

Kung Fu

No Brasil, o Dia Nacional do Kung Fu é comemorado em 11 de abril, em homenagem à chegada do Mestre Chan Kwok Wai ao país em 1960, sendo ele o responsável por popularizar a arte marcial chinesa no país.

Já o Dia Mundial do Wushu-Kungfu (World Wushu Kungfu Day - WWKD) é celebrado no primeiro sábado do mês de agosto, com datas variando ligeiramente (como 7, 9, 10 de agosto em anos recentes), promovida pela Federação Internacional de Wushu (IWUF) para celebrar a arte marcial chinesa e é sempre acompanhado por um tema.

Aikido

O Dia Nacional do Aikido é comemorado em 26 de abril. A data homenageia o fundador do Aikido, Morihei Ueshiba (O'Sensei), que faleceu nesta data e serve para promover a união e a prática pacífica do Aikido. Instituída em São Paulo por lei municipal (Lei 17.780/2022) e comemorada nacionalmente pela Federação Brasileira de Aikido (Febrai) e outras entidades, como o Instituto Sul-Brasileiro de Aikido (Insbrai).

Dia Mundial do Faixa Preta

O Dia Mundial do Faixa Preta é comemorado em 23 de abril, uma data para celebrar a disciplina, superação e dedicação dos praticantes de artes marciais (como Karate, Judô, Taekwondo) que alcançaram o nível de faixa preta, simbolizando o início de uma jornada de aprendizado contínuo e honra. 

Tai Chi Chuan

Celebrado sempre no último sábado do mês de abril, o Dia Mundial do Tai Chi Chuan com o objetivo de promover essa prática milenar chinesa, conhecida por seus movimentos lentos e benefícios para a saúde física e mental, sendo também reconhecido em 2020, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Capoeira e do Capoeirista

O Dia Mundial da Capoeira é comemorado em 5 de julho, data instituída em 2009, celebrando essa arte afro-brasileira que une luta, dança, música, resistência destacando sua história de superação e identidade. A data foi instituída em 2009, durante a Primeira Convenção Internacional de Capoeira, no Azerbaijão.

Já o Dia do Capoeirista é celebrado em 3 de agosto., uma data para homenagear aquele que mantém viva essa rica expressão cultural brasileira que mistura luta, dança, música e história, sendo reconhecida em 2014, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade.

Taekwondo

Dia Mundial do Taekwondo é comemorado em 4 de setembro, data que celebra o reconhecimento da modalidade como esporte olímpico, sendo incluído no programa oficial dos Jogos de 1994, sendo uma celebração global da arte marcial coreana de chutes, disciplina e superação. Esta data foi definida durante a Assembleia Geral da WTF, no dia 25 de julho de 2006, em Ho Chi Minh, Vietnã.

Karate

Possui duas datas importantes para comemorar. A primeira no dia 11 de setembro, onde é comemorado o Dia Nacional do Karate. Data escolhida pela Confederação Brasileira de Karate – CBK, e divulgada por meio de uma Resolução de 01 de fevereiro de 2002, que instituiu esta data como símbolo da emancipação do karate, que antes era vinculado à Confederação Brasileira de Pugilismo, além de ser a data de fundação da CBK. A segunda data comemorativa é 25 de outubro, o Dia Mundial do Karate. Data estabelecida pela Organização Mundial de Karatê (WKF) para celebrar a arte marcial japonesa, honrando uma reunião histórica de mestres em Okinawa em 1936 que ajudou a unificar e desenvolver o karatê, promovendo seus valores de disciplina, respeito e autoconhecimento. 

Jiu-jitsu

O Dia Mundial do Jiu-Jitsu é comemorado em 14 de setembro. A data foi escolhida para homenagear ao nascimento do Mestre Carlos Gracie, considerado o grande pioneiro e um dos responsáveis por adaptar e difundir a arte marcial no Brasil e no mundo, celebrando os valores de disciplina, respeito e superação que o esporte promove. 

Judô

Dia Mundial do Judô é comemorado anualmente em 28 de outubro, data que celebra o aniversário de seu fundador, o Mestre Jigoro Kano, e reforça os valores da modalidade como paz, respeito, amizade e disciplina, sendo um dia para homenagear o judô como ferramenta de formação de cidadãos e construção de um mundo melhor. 

Kickboxing

Dia Internacional do Kickboxing é comemorado em 30 de novembro, data em que o esporte foi reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 2018, tornando-se parte da família olímpica através da WAKO (World Association of Kickboxing Organizations).