Mostrando postagens com marcador Boxe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Boxe. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Datas comemorativas nas Artes Marciais

Krav Maga

No dia 18 de janeiro é comemorado o Dia Nacional do Krav Maga. Esta data foi instituída por lei federal no Brasil para celebrar a chegada do Grão Mestre Kobi Lichtenstein ao país em 1990, responsável por difundir essa defesa pessoal israelense na América Latina.

Hapkido

O Dia Nacional do Hapkido no Brasil é comemorado no dia 25 de janeiro. Data marca o primeiro exame de faixa preta de Hapkido realizado no país em 1974, sendo uma celebração da arte marcial coreana de defesa pessoal, com eventos e exames de graduação ocorrendo em várias academias e federações em todo o Brasil. 

Muay Thai

O Dia do Muay Thai é comemorado em duas datas diferentes. A primeira em 6 de fevereiro, em celebração da coroação do Rei Pra Chao Sri Sanphet VIII, também conhecido como Phra Chao Suea (Rei Tigre). O Rei Tigre era um grande incentivador do Muay Thai e habilidoso em combate. A segunda data, 17 de março, comemora a bravura do lendário lutador Nai Khanom Tom, prisioneiro de guerra que lutou e venceu 10 guerreiros birmaneses, sendo considerado o "Pai do Muay Thai". Foi a primeira vez que o Muay Thai foi exibido fora da Tailândia em combate. 

Boxe

Existem duas datas que comemora esta luta. A primeira o Dia Nacional do Boxe, celebrado no dia 26 de março, quando começou a desenvolver o boxe no Brasil, lembrando figuras como por exemplo, Eder Jofre, Adilson "Maguila" Rodrigues, Acelino "Popó" Freitas.  A segunda é o Dia Internacional do Boxe, em 27 de agosto, que reconhece a importância do esporte, celebrando atletas e a disciplina, coragem e superação que ele inspira, e homenageia a primeira edição do Campeonato Mundial de Boxe em 1974.

Kung Fu

No Brasil, o Dia Nacional do Kung Fu é comemorado em 11 de abril, em homenagem à chegada do Mestre Chan Kwok Wai ao país em 1960, sendo ele o responsável por popularizar a arte marcial chinesa no país.

Já o Dia Mundial do Wushu-Kungfu (World Wushu Kungfu Day - WWKD) é celebrado no primeiro sábado do mês de agosto, com datas variando ligeiramente (como 7, 9, 10 de agosto em anos recentes), promovida pela Federação Internacional de Wushu (IWUF) para celebrar a arte marcial chinesa e é sempre acompanhado por um tema.

Aikido

O Dia Nacional do Aikido é comemorado em 26 de abril. A data homenageia o fundador do Aikido, Morihei Ueshiba (O'Sensei), que faleceu nesta data e serve para promover a união e a prática pacífica do Aikido. Instituída em São Paulo por lei municipal (Lei 17.780/2022) e comemorada nacionalmente pela Federação Brasileira de Aikido (Febrai) e outras entidades, como o Instituto Sul-Brasileiro de Aikido (Insbrai).

Dia Mundial do Faixa Preta

O Dia Mundial do Faixa Preta é comemorado em 23 de abril, uma data para celebrar a disciplina, superação e dedicação dos praticantes de artes marciais (como Karate, Judô, Taekwondo) que alcançaram o nível de faixa preta, simbolizando o início de uma jornada de aprendizado contínuo e honra. 

Tai Chi Chuan

Celebrado sempre no último sábado do mês de abril, o Dia Mundial do Tai Chi Chuan com o objetivo de promover essa prática milenar chinesa, conhecida por seus movimentos lentos e benefícios para a saúde física e mental, sendo também reconhecido em 2020, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Capoeira e do Capoeirista

O Dia Mundial da Capoeira é comemorado em 5 de julho, data instituída em 2009, celebrando essa arte afro-brasileira que une luta, dança, música, resistência destacando sua história de superação e identidade. A data foi instituída em 2009, durante a Primeira Convenção Internacional de Capoeira, no Azerbaijão.

Já o Dia do Capoeirista é celebrado em 3 de agosto., uma data para homenagear aquele que mantém viva essa rica expressão cultural brasileira que mistura luta, dança, música e história, sendo reconhecida em 2014, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade.

Taekwondo

O Dia Mundial do Taekwondo é comemorado em 4 de setembro, data que celebra o reconhecimento da modalidade como esporte olímpico, sendo incluído no programa oficial dos Jogos de 1994, sendo uma celebração global da arte marcial coreana de chutes, disciplina e superação. Esta data foi definida durante a Assembleia Geral da WTF, no dia 25 de julho de 2006, em Ho Chi Minh, Vietnã.

Karate

Possui duas datas importantes para comemorar. A primeira no dia 11 de setembro, onde é comemorado o Dia Nacional do Karate. Data escolhida pela Confederação Brasileira de Karate – CBK, e divulgada por meio de uma Resolução de 01 de fevereiro de 2002, que instituiu esta data como símbolo da emancipação do karate, que antes era vinculado à Confederação Brasileira de Pugilismo, além de ser a data de fundação da CBK. A segunda data comemorativa é 25 de outubro, o Dia Mundial do Karate. Data estabelecida pela Organização Mundial de Karatê (WKF) para celebrar a arte marcial japonesa, honrando uma reunião histórica de mestres em Okinawa em 1936 que ajudou a unificar e desenvolver o karatê, promovendo seus valores de disciplina, respeito e autoconhecimento. 

Jiu-jitsu

O Dia Mundial do Jiu-Jitsu é comemorado em 14 de setembro. A data foi escolhida para homenagear ao nascimento do Mestre Carlos Gracie, considerado o grande pioneiro e um dos responsáveis por adaptar e difundir a arte marcial no Brasil e no mundo, celebrando os valores de disciplina, respeito e superação que o esporte promove. 

Judô

O Dia Mundial do Judô é comemorado anualmente em 28 de outubro, data que celebra o aniversário de seu fundador, o Mestre Jigoro Kano, e reforça os valores da modalidade como paz, respeito, amizade e disciplina, sendo um dia para homenagear o judô como ferramenta de formação de cidadãos e construção de um mundo melhor. 

Kickboxing

O Dia Internacional do Kickboxing é comemorado em 30 de novembro, data em que o esporte foi reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 2018, tornando-se parte da família olímpica através da WAKO (World Association of Kickboxing Organizations). 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Muhammad Ali – Frases Famosas

Se estivesse vivo estaria fazendo este mês 83 anos. Muhammad Ali nasceu em 17 de janeiro de 1942, em Louisiville – Kentucky, nos EUA, com o nome de Cassius Marcellus Clay Jr.

Ali tornou-se uma lenda e uma referência do boxe internacional, não só nos ringues, mas também na vida através de sua ideologia e posicionamento em alguns assuntos polêmicos, que até hoje são debatidos, como por exemplo, o racismo.

Muhammad foi eleito "O Desportista do Século" pela revista estadunidense Sports Illustrated em 1999.

No seu cartel de luta, o campeão teve 57 vitórias, sendo 37 por nocaute e 5 derrotas, Ali foi um ativista político e humanitário.

Muhammad Ali tinha os punhos rápidos dentro dos ringues e a uma “língua afiada” fora dele, principalmente quando era para responder ou expor alguma opinião. Confira abaixo algumas frases ditas por Ali.

“Eu sou o melhor. Falei isso antes mesmo de saber que era. Eu imaginei que, se dissesse isso o bastante, convenceria o mundo que eu realmente era.”

“Quem não é corajoso o bastante para tomar riscos não realizará nada na vida.”

“Só um homem que sabe o que é ser derrotado pode chegar ao fundo da sua alma e voltar com a dose extra de poder que é preciso para ganhar quando a luta está empatada.”

“Eu odiava cada minuto dos treinos, mas dizia para mim mesmo: não desista! Sofra agora e viva o resto de sua vida como um campeão.”

“Plane como uma borboleta, pique como uma abelha, suas mãos não conseguem bater o que seus olhos não veem.”

“Um homem que vê o mundo aos 50 do mesmo jeito que vinha com 20 perdeu 30 anos de vida.”

“As pessoas não percebem o que eles tinham até perderem.”

“Campeões não são feitos em academias. Campeões são feitos de algo que eles têm profundamente dentro de si — um desejo, um sonho, uma visão.”

"Seja dentro do ringue ou fora dele, não há nada errado em cair. Manter-se caído é o errado".

"Não são as montanhas à frente que te deixam esgotados, mas sim a pedra no sapato".

"Não há prazer na luta, mas algumas de minhas lutas foram um prazer em ganhar".

“Quando você tem razão, ninguém se lembra disso; quando está errado, ninguém esquece”.

“Não conte os dias: faça com que os dias contem”.

“Não divido o mundo entre os homens modestos e os arrogantes. Divido o mundo entre os homens que mentem e os que dizem a verdade”.

“Quando criança, eu pedia ao meu irmão Rudy que jogasse pedras sobre mim. Era assim que eu aprendia a fazer meus movimentos, esquivando-me de pedradas”.

“Não vou percorrer 10.000 quilômetros para ajudar a assassinar um país pobre simplesmente para dar continuidade à dominação dos brancos sobre os escravos negros”.

“Impossível é apenas uma palavra usada pelos fracos que acham mais fácil viver no mundo que lhes foi determinado do que explorar o poder que possuem para muda-lo. O impossível não é um fato consumado. É uma opinião. Impossível não é uma afirmação. É um desafio. O impossível é algo potencial. O impossível é algo temporário. Nada é impossível”.

“Sei aonde vou e sei o que é a verdade. E não tem por que ser o que você quer que seja. Sou livre para ser aquilo que quero ser”.

“Eu sou a América. Eu sou a parte que você não vai reconhecer. Mas pode ir se acostumando comigo. Negro, confiante, arrogante, meu nome, não o seu. Minha religião, não a sua. Meus objetivos, somente meus: vai se acostumando comigo.”

“O homem negro sair por cima iria contra os ensinamentos da América. Eu fui tão bom no boxe que eles tiveram que criar uma imagem como Rocky, uma imagem branca na tela, em contraponto à minha imagem no ringue. Os EUA têm que ter suas imagens brancas, não importa de onde as tire. Jesus, Mulher Maravilha, Tarzan e Rocky.”

“O que eu sofri fisicamente valeu o que eu consegui na vida. Um homem que não é corajoso o suficiente para correr riscos nunca vai alcançar nada na vida.”

“A força de vontade deve ser mais forte do que a habilidade.”

“É a repetição de afirmações que leva à crença. E uma vez que a crença torna-se uma convicção profunda, as coisas começam a acontecer.”

“Eu não confio em alguém que é legal comigo, mas é rude com o garçom, porque eles iriam me tratar da mesma forma se eu estivesse naquela posição.” 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

Filmes sobre o boxeador Muhammad Ali

O boxeador campeão olímpico (Roma – 1960) e tricampeão mundial dos pesos pesados, falecido em 03 de junho de 2016, com 74 anos, foi protagonista de algumas produções, inclusive sua própria cinebiografia.. Com coragem, determinação e muito carisma, Muhammad Ali foi inspiração para diversas produções de documentários, biografia e filme.

Muhammad Ali, nasceu em Louisiville, em Kentucky – EUA, com o nome de Cassius Marcellus Clay Jr. Foi eleito "O Desportista do Século" pela revista estadunidense Sports Illustrated em 1999.

No seu cartel de luta, o campeão teve 57 vitórias, sendo 37 por nocaute e 5 derrotas, Ali foi um ativista político e humanitário.

FILMES, DOCUMENTÁRIOS E BIOGRAFIAS

Réquiem por um lutador (1962)

O filme mostra a carreira de Louis Rivera como pugilista chega ao fim após uma derrota para o jovem Cassius Clay. Após tentar obter trabalhos fora do ringue, Rivera se vê nas mãos de seu endividado agente, que o coloca em disputas humilhantes de luta livre.

Um Fenômeno Chamado Cassius Clay (1970)

A história documental de Muhammad Ali (Cassius Clay) — o campeão de boxe peso-pesado cujo estilo e coragem capturaram a imaginação do mundo.

O Maior de Todos (1977) / The Greatest

Cinebiografia do campeão Muhammad Ali, considerado um dos maiores pugilistas de todos os tempos.

A vida conturbada de Cassius Clay, um jovem negro do Sul que, depois de ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas, se tornou campeão mundial de Boxe Peso Pesado. Influenciado por Malcolm X, se tornou muçulmano, mudando de nome para Muhammad Ali e indo para prisão por recusar lutar no Vietnã. Perde o título e reinicia a difícil luta de retorno ao sucesso.

O Caminho da Liberdade (1979)

Drama de época feito para a TV. Minissérie com 186 minutos, baseada em best-seller de Howard Fast, autor de "Spartacus". Evoca os tempos que se seguiram à Guerra Civil norte-americana na Carolina do Sul, cobrindo o período de 1865 a 1876, através da trajetória de um ex-escravo, Gideon Jackson (Muhammad Ali), que é eleito senador e combate pela liberdade de seu povo contra o preconceito reinante da Ku Klux Klan. O telefilme marcou a despedida do diretor tcheco Ján Kadár (1918-1979), o cineasta de "A Pequena Loja da Rua Principal" (Oscar de melhor filme estrangeiro de 1965), que morreria logo após a conclusão do trabalho.

Campeões Para Sempre (1989)

Nenhum outro filme tem uma análise tão abrangente das maiores lutas de Ali, as filmagens lendárias das lutas e os comentários e conversas relevantes em tempo real com os homens que fizeram dele "O Maior". Muhammad Ali foi simplesmente o máximo e ele provou isso ao enfrentar os lutadores mais incríveis de todos os tempos. Juntos, eles fizeram o mundo dos esportes parar enquanto lutavam pelo domínio.

A vida, a carreira e as histórias de cinco ex-campeões mundiais de boxe, categoria peso pesado.

Quando Éramos Reis (1996)

O documentário mostra os preparativos para a luta que foi considerada uma das maiores do século, entre George Foreman e Mohammad Ali, no Zaire, em 1974.  Nesse ano, Muhammad Ali com 32 anos e o público acha que ele já passou do seu auge. George Foreman dez anos mais novo e o campeão da categoria peso pesado do mundo. Por um cachê de 5 milhões para cada, eles concordam em lutar um contra o outro. Assim, o Rumble In The Jungle foi montado, com direito à apresentações musicais de James Brown e B.B. King.

Ali (2001)

O filme conta um pouco da história de Cassius Clay sempre impressionou a todos tanto com suas habilidades no boxe quanto com o jeito articulado e inteligente fora dos ringues. Na década de 60, ele ficou ainda mais famoso quando se converteu ao Islamismo e trocou o nome para Muhammad Ali e se recusar a lutar na Guerra do Vietnã.

Muhammad Ali – aos Olhos do Mundo (2001)

Aos olhos do mundo é uma história extraordinária de um dos maiores símbolos do século XX, contada por familiares, amigos e fãs de todo o mundo.

Encarando Ali (2009)

A trajetória da lenda do boxe, Muhammad Ali, é contada por dez pugilistas que o enfrentaram no ringue. Dentre eles nomes também lendários como George Foreman e Joe Frazier.

Os boxeadores falam das lutas pelo ângulo único de quem participou delas. Falam também do contexto em que essas lutas ocorreram, de suas vidas pessoais, glórias e tragédias, além dos bastidores algumas vezes obscuros e a margem da lei do mundo do boxe profissional.

Thrilla in Manila (2008)

Um exame detalhado da intensa rivalidade entre os dois campeões de boxe peso-pesado, Joe Frazier e Muhammad Ali.

Muhammad e Larry (2009)

O documentário segue a última tentativa de Muhammad Ali de reconquistar o título mundial dos pesos pesados. Mas durante a preparação para a luta, sérias preocupações com a saúde de Ali ameaçavam o objetivo do campeão, que já não estava em sua melhor fase. Em outubro de 1980, Muhammad Ali deixou a aposentadoria para tentar um feito inédito e se tornar campeão mundial de pesos-pesados pela quarta vez, contra seu antigo parceiro de luta Larry Holmes.

A Grande Luta de Muhammad Ali (2013)

Em 1967, o boxeador Muhammad Ali se recusou a servir o exército dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã por ter se convertido ao islã e, segundo a religião, ele não participar do conflito. Devido à atitude, Ali teve seu título de campeão mundial cassado e foi proibido de lutar boxe nos Estados Unidos, além de se tornar réu em um processo que poderia levá-lo à prisão. O julgamento em questão chega à Suprema Corte de Justiça, onde os juízes, todos de idade avançada, precisam decidir a questão. O problema é que nem sempre eles avaliam apenas o espírito da lei, levando em consideração também a política adotada pelo então presidente Richard Nixon.

Muhammad Ali – Das Lutas ao Ativismo (2013)

Documentário que relata a maior luta do pugilista Muhammad Ali foi fora dos ringues, quando em 1967 ele foi sentenciado a cinco anos de prisão por recusar se alistar ao exército americano para combater no Vietnã. Um retrato da vida do boxeador dentro e fora dos ringues, passando pela sua conversão ao islamismo, seu confronto com o governo norte-americano que o levou ao ativismo e sua luta contra a doença de Parkinson. 

Eu Sou Ali: A História de Muhammad Ali (2014)

A biografia mostra a vida do lendário boxeador através do acesso exclusivo ao arquivo pessoal das gravações, de Ali, combinado com comoventes entrevistas e testemunhos de seu círculo de amigos e família, incluindo suas filhas, filho, ex-mulher e irmão, além das lendas da comunidade do boxe como Mike Tyson, George Foreman e Gene Kilroy.Viva a extraordinária história de Ali, como lutador, amante, pai – contado pela primeira vez por aqueles que a viveram.

Ali e Cavett: A História das Fitas (2018)

Documentário sobre a coragem e o carisma da lenda do boxe Muhammad Ali através da amizade improvável que entre o campeão e o apresentador de TV Dick Cavett.

Qual o meu nome: Muhammad Ali (2019)

Retrato íntimo de Muhammad Ali baseado em gravações do próprio campeão.

Uma noite em Miami: Sam Cooke, Malcolm x e Muhammad Ali (2020)

É um recorte da vida do lutador de boxe da categoria de peso-pesado, Cassius Clay, o Muhammad Ali. O filme acompanha sua trajetória desde jovem, quando ganhou visibilidade após participar do Miami Beach Convention Center e sair como vencedor de sua categoria, além de revisitar como se deu o início de sua amizade com Malcom X, Sam Cooke e Jim Brown.

Irmãos de Sangue (Blood Brothers) Malcolm x e Muhammad Ali (2021)

De um encontro casual a um desfecho trágico, o extraordinário vínculo entre Malcolm X e Muhammad Ali se rompe sob o peso da desconfiança e de ideais divergentes.

Cassius X: Becoming Ali (2023)

Acompanha os primeiros anos de Cassius Clay, de novato de olhos brilhantes a campeão mundial dos pesos pesados ​​e de intelectual da classe trabalhadora a um dos mais influentes defensores dos direitos civis dos Estados Unidos. O filme revela como os ensinamentos de Elijah Muhammad, reforçados por uma amizade com o pregador revolucionário Malcolm X, colocaram Clay na jornada para se tornar "Cassius X", antes de sua indução à Nação do Islã e ascensão ao nome do grande Muhammad Ali. CASSIUS X: Becoming Ali é a história extraordinária de como um jovem boxeador de Louisville, Kentucky, se tornou um ícone cultural para as eras, para sempre conhecido como "O Maior".

Meu Pai Muhammad Ali (2023)

A história do campeão de boxe Muhammad Ali pelos olhos de seu único filho biológico, Muhammad Ali Jr. Muhammad Jr. lutou contra bullying, abandono, vício, família e desgosto para finalmente encontrar paz.

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Esportes de luta – Quando cada um entrou nas Olimpíadas

As olimpíadas 2024, começará no dia 26 de julho e vai até 11 de agosto de 2024. Por conta disso, vamos mostrar todas as modalidades voltada para artes marciais. Confira logo abaixo.

Boxe

Apresentado pela primeira vez ainda nos Jogos da Antiguidade, em 688 a.C., o esporte estreou na era moderna dos Jogos Olímpicos modernos em St. Louis 1904, na categoria masculino. O boxe só não participou das Olimpíadas em 1912, em Estocolmo, quando a lei sueca proibia o esporte na época. Já o boxe feminino foi introduzido pela primeira vez no programa Olímpico em Londres 2012.

Em Paris 2024, as lutas serão realizadas na Arena Paris Norte e contará com 248 boxeadores, incluindo 124 mulheres e 124 homens – o maior número de atletas em todos os tempos, e a primeira vez com equidade total de gênero.

Entre os países recordistas em medalhas estão os Estados Unidos (117), seguidos por Cuba (78) e pela Grã-Bretanha (62).

Os eventos do boxe serão realizados nos dias 27 de julho a 10 de agosto.

Confira a programação do boxe nas olimpíadas de 2024, neste link: https://olympics.com/pt/noticias/boxe-em-paris-2024-programacao-completa-e-ingressos

Os atletas baianos estarão presentes nesta competição. Ao todo serão 05 boxeadores, sendo 3 mulheres e 2 homens. São eles: Tatiana Chagas - 54Kg; Beatriz Ferreira - 60Kg; Bárbara Santos - 66Kg; Wanderley Pereira - 80Kg; Keno Marley - 92Kg.

Esgrima

Presente nas olimpíadas desde a edição inaugural em 1896, na categoria masculina. Em 1924, entrou para o programa olímpico na categoria feminina. Hoje, homens e mulheres competem em eventos individuais e por equipe. Anteriormente, o florete era o único evento feminino de esgrima até os Jogos Olímpicos Atlanta 1996, na ocasião, a espada feminina foi adicionada; já o sabre feminino foi incluído pela primeira vez nos Jogos Olímpicos Atenas 2004.

Os eventos de esgrima serão realizados nos dias 27 de julho a 04 de agosto.

Confira a programação de esgrima: https://olympics.com/pt/paris-2024/calendario/esgrima?day=27-julho 

Judô

O judô fez sua estreia como demonstração Olímpica em Tóquio 1964, na categoria masculino e tornou-se permanente nos Jogos Olímpico de Munique, em 1972 na categoria masculino. O evento feminino foi introduzido nos Jogos Olímpicos em 1988, como evento de demonstração e em caráter oficial nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992.

Os eventos do judô serão realizados nos dias 27 de julho a 03 de agosto.

Confira a programação do judô: https://olympics.com/pt/paris-2024/calendario/judo?day=27-julho

Karate

O karatê fez sua estreia olímpica completa em Tóquio 2020(1) depois de estar no programa dos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires 2018.

Em Tóquio, o esporte contou com eventos de kumite e kata, com 80 atletas competindo no total e uma divisão 50/50 entre masculino e feminino.

Nesta edição dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o karate não estará participando.

Luta

Dividida em duas modalidades, a greco-romana, exclusivamente masculina e a livre com categorias masculina e feminina, a luta está nos Jogos Olímpicos desde a primeira edição moderna: Atenas 1896, com a greco-romana. A luta livre estreou alguns anos depois, em St. Louis 1904, na categoria masculina. A luta livre feminina entrou no programa Olímpico nos Jogos de Atenas 2004.

As competições de luta serão realizadas na Arena do Campo de Marte será palco de destaque durante os Jogos Olímpicos Paris 2024. A luta é um dos esportes mais tradicionais da história dos Jogos Modernos.

A competição de luta acontecerá entre 05 a 11 de agosto.

Taekwondo

A primeira aparição Olímpica do taekwondo aconteceu nos Jogos Olímpicos Seul 1988, quando foi disputado como evento de demonstração. Apareceu novamente como esporte de demonstração nos Jogos de Barcelona, em 1992, mas esteve ausente do programa Olímpico em Atlanta 1996. No entanto, quatro anos depois, o taekwondo reapareceu como esporte definitivo nos Jogos de Sydney 2000, com eventos para homens e mulheres. Desde então, o taekwondo faz parte do programa Olímpico.

Os eventos do taekwondo serão realizados nos dias 07 a 10 de agosto.

Confira a programação do taekwondo: https://olympics.com/pt/paris-2024/calendario/taekwondo?day=7-agosto

Kung Fu ou Wushu

A primeira aparição do Wushu nos Jogos Olímpicos foi em 1936, com a delegação chinesa de wushu que realizou uma demonstração no XI Jogos Olímpicos realizados em Berlim.

A segunda aparição do Wushu como demonstração foi nas Olimpíadas de Pequim em 2008. O evento aconteceu no período entre 21 a 24 de agosto de 2008, nas categorias feminino e masculino.

Arco e Flecha / Tiro com Arco

O tiro com arco apareceu pela primeira vez nos Jogos Olímpicos Paris 1900 e foi disputado novamente nos Jogos de St. Louis (1904), Londres (1908) e Antuérpia (1920) antes de um hiato de 52 anos no programa Olímpico. Foi reintroduzido nos Jogos Olímpicos de 1972, em Munique, e permanece desde então.


Fonte: Olympics e Wikipédia

sábado, 8 de abril de 2023

Seleção Brasileira de Boxe faz boa campanha no Mundial Feminino e no Belgrade Winner Boxing Tournament

A equipe brasileira começou o ano com toda garra e determinação. Em apenas duas competições com a equipe principal, já conquistou 7 medalhas, sendo 5 de ouro, uma de prata e uma de bronze. As medalhas foram conquistadas no Mundial Feminino e no Belgrade Winner Boxing Tournament.

Confira abaixo um resumo dessas duas competições.

Seleção masculina de boxe no Torneio em Belgrado

Após cinco anos sem participar desta competição a Seleção Masculina de boxe voltou a participar do Belgrade Winner Boxing Tournament. A competição é considerada a segunda mais antiga do Circuito Europeu de boxe, perdendo apenas para o Torneio de Strandja, que teve sua 74ª edição realizada em fevereiro. Na sua última aparição, em 2018, o país foi campeão geral, levando seis ouros e dois bronzes.

Participaram deste evento sete boxeadores da Equipe Olímpica Permanente do Brasil. Michael Douglas (51kg), Luiz Gabriel (57kg), Yuri Falcão (63,5kg), Wanderson Oliveira (71kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Marley Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg) integraram a delegação brasileira.

A competição aconteceu no período de 28 de março a 03 de abril e foi o último teste dos brasileiros para o Campeonato Mundial masculino, que será realizado no mês de maio, no Uzbequistão.

A Competição

No dia 29 de março, Michael Douglas Trindade (51kg), Luiz Gabriel Oliveira (57kg) e Yuri Reis (63,5kg) venceram suas lutas por unanimidade, enquanto Keno Marley Machado (92kg) ganhou por W.O. Os quatros avançaram às quartas de final.

No dia 30, Keno Marley Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg) venceram suas lutas e avançaram para a semifinal. Wanderson Oliveira (71kg) e Wanderley Pereira (80kg) também ganharam e chegaram nas quartas de final. Já, Michael Trindade (51kg) perdeu e terminou sendo eliminado.

No dia 31, Wanderley Pereira, Luiz Gabriel Oliveira e Wanderson de Oliveira avançaram para a semifinal. Enquanto Yuri Reis perdeu sua luta e ficou de fora da competição.

No dia 1º de abril, o Brasil teve 100% de aproveitamento, pois Luiz Gabriel Oliveira (57kg), Wanderson Oliveira (71kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg) venceram suas lutas e foram para a final. No dia seguinte Luiz Gabriel Oliveira, Wanderley Pereira, Wanderson Oliveira e Keno Machado foram campeões do torneio, enquanto Abner Teixeira ficou com a medalha de prata, fechando a participação da seleção masculina no Torneio. O Brasil foi campeão no quadro de medalhas e Wanderson Oliveira foi eleito o destaque da competição. Próximo desafio da seleção masculina será o Mundial Masculino de Boxe que acontecerá no período de 30 de abril e 14 de maio em Tashkent, no Uzbequistão.

Seleção feminina no Mundial do Boxe

Aconteceu no dia 15 a 26 de março, o Campeonato Mundial de Boxe Feminino em Nova Deli, na Índia. Foram 07 atletas brasileiras representando o Brasil nesta competição, entre elas a nossa atleta olímpica Bia Ferreira.

disputando um lugar mais alto no pódio em suas categorias, entre elas a nossa atleta baiana Bia Ferreira (60kg) que disputará seu 4 Mundial. Além dela estará presente na competição: Caroline Naka (50kg), Tatiana chagas (54Kg), Jucielen Romeu (57kg), Beatriz Soares (66kg), Barbara Santos (70kg) e Viviane Pereira (75kg).

A trajetória das atletas brasileira no Mundial até o pódio

Começou no dia 18 de março, com a estreia de Bia Soares e Tatiana Chagas. As duas venceram suas lutas e avançaram para às oitavas de final. No dia 19 de março, foi a vez de Caroline “Naka” de Almeida e Jucielen Romeu, ambas venceram suas oponentes e foram para as oitavas de final. No dia 20, Viviane Pereira e Tatiana Chagas perderam seus combates enquanto Barbara Santos passou para as quartas de final. No dia 21, mais três brasileiras garantiram vagas para as quartas de final. Beatriz Ferreira (60kg), Jucielen Romeu (57kg) e Beatriz Soares (66kg), já Caroline Almeida (50kg) perdeu nas oitavas de final. No dia 22 de março, Beatriz Ferreira (60kg) e Barbara Santos (70kg) venceram suas lutas e avançaram para a semifinal.  Jucielen Romeu (57kg) e Beatriz Soares (66kg) perderam suas lutas. No dia 23, Beatriz Ferreira venceu sua luta e foi para a final. Já Barbara Santos perdeu sua luta, ficando em 3º lugar no mundial.

No dia 26 de março, A brasileira Beatriz Ferreira derrotou a colombiana Angie Valdés Pana e conquistou a medalha de ouro na categoria até 60kg do Campeonato Mundial de boxe feminino, em Nova Déli, na Índia. Após uma campanha irretocável, Bia não deu margens para a adversária e venceu a final por decisão unânime. Este foi o segundo título mundial de boxe de Bia, depois de ter levado o ouro pela primeira vez em 2019. No ano passado, ela também chegou até a final da competição, mas perdeu para a norte-americana Rashida Ellis e ficou a medalha de prata.

Fonte: CBBoxe

segunda-feira, 27 de março de 2023

Visando Mundial, seleção masculina de boxe disputará tradicional Torneio em Belgrado

Após cinco anos sem participar desta competição a seleção masculina de boxe volta a participar da 60ª Edição Belgrade Winner Boxing Tournament. A competição é considerada a segunda mais antiga do Circuito Europeu de boxe, perdendo apenas para o Torneio de Strandja, que teve sua 74ª edição realizada em fevereiro. Na sua última participação, em 2018, o Brasil foi campeão geral, levando seis ouros e dois bronzes.

Participarão deste evento sete boxeadores da Equipe Olímpica Permanente do Brasil, que embarcaram nesta segunda-feira (27/03) para Belgrado, na Sérvia. A competição é um dos eventos mais tradicionais do boxe europeu.

A competição acontecerá no período de 28 de março a 03 de abril e será o último teste dos brasileiros antes do Campeonato Mundial masculino, que será realizado no mês de maio, no Uzbequistão.

O Brasil terá força máxima nas sete categorias olímpicas na competição sérvia. Michael Douglas (51kg), Luiz Gabriel (57kg), Yuri Falcão (63,5kg), Wanderson Oliveira (71kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Marley Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg) integram a delegação brasileira. Já equipe técnica terá o head coach Mateus Alves, o treinador Vladson Pereira e o fisioterapeuta Lucas Salles.

O atleta baiano Keno Machado (92kg) estará participando desta competição pela primeira vez. Keno conquistou o ouro em fevereiro na competição Strandja e agora ele busca outro ouro na 60ª Edição do Belgrade Winner Boxing Tournament.

Fonte: CBBoxe

sábado, 24 de julho de 2021

Dica de filme deste final de semana vem no ritmo olímpico do boxe


Com início das olimpíadas os amantes das artes marciais terão a chance de ver e conhecer os melhores atletas do mundo em ação. E para inspirar ainda mais trouxemos como dica o filme Creed a história do boxeador Adonis Creed interpretado por Michael B. Jordan e seu mentor Rocky Balboa (Sylvester Stallone).

Creed possui dois filmes lançado e um terceiro com lançamento previsto para 2022. O primeiro filme foi escrito e dirigido por Ryan Coogler, enquanto o segundo filme teve direção de Steven Caple Jr e roteiro por Juel Taylor e Sylvester Stallone.

O primeiro filme Creed: Nascido para lutar lançado em 2015 foi um projeto com a intenção de dá sequência a franquia Rocky com o filho de Apollo Creed. Adonis Johnson (Michael B. Jordan) nunca conheceu o pai, Apollo Creed, que faleceu antes de seu nascimento. Ainda assim, a luta está em seu sangue e ele decide entrar no mundo das competições profissionais de boxe. Após muito insistir, Adonis consegue convencer Rocky Balboa (Sylvester Stallone) a ser seu treinador e, enquanto um luta pela glória, o outro luta pela vida.

No segundo filme, Adonis Creed (Michael B. Jordan) saiu mais forte do que nunca de sua luta contra 'Pretty' Ricky Conlan (Tony Bellew), e segue sua trajetória rumo ao campeonato mundial de boxe, contra toda a desconfiança que acompanha a sombra de seu pai e com o apoio de Rocky (Sylvester Stallone). Sua próxima luta não será tão simples, ele precisa enfrentar um adversário que possui uma forte ligação com o passado de sua família, o que torna tudo ainda mais complexo.

Já o terceiro filme com previsão para final de 2022, não terá a presença de Rocky (Sylvester Stallone) e o astro Michael B. Jordan atuará mais uma vez como protagonista e fará sua estreia como diretor.

E aí, gostou da dica desta semana? Qual seria sua sugestão para próxima semana.

Siga nosso canal no Telegram e receba várias outras dicas de filmes, series e muito mais relacionado ao mundo das artes marciais, incluindo promoções e novidades da nossa loja. https://t.me/asia3sportsmarciais

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Atletas baianos de boxe são estreantes nas Olimpíadas de Tóquio 2020(1)


Dos 07 atletas que representarão o país 03 são do Estado da Bahia. Beatriz Ferreira, Keno Marley e Herbert Conceição estarão representando o país e a Bahia nas Olimpíadas de Tóquio 2020(1). A partir do próximo dia 24 de julho até o dia 08 de agosto, na Kokugikan Arena, também chamada de Ryogoku Sumô Hall, tradicional palco de lutas de sumô no Japão, os atletas baianos estarão competindo por um lugar no pódio.

O boxe tentará, nas Olimpíadas de Tóquio, ir ao pódio pela terceira vez seguida. Depois de três medalhas em Londres 2012 e o ouro de Robson Conceição em 2016 nas Olimpíadas do Rio, a modalidade tentará mais uma vez subir ao pódio no Japão com os atletas baianos estreantes nas Olimpíadas, incluindo a campeã mundial Beatriz Ferreira.

Conheça um pouco dos atletas baianos que estarão presentes neste evento.

Beatriz Ferreira (60 Kg) – Estreante nas Olimpíadas e grande favorita ao pódio e até mesmo ao ouro olímpico. A atual campeã mundial da categoria até 60kg irá estrear no dia 30 de julho às 05h da manhã como cabeça de chave

Keno Marley (81kg) – O atleta baiano também estreante nas olimpíadas de Tóquio, foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em 2018, e prata no Jogos Pan-americanos de Lima em 2019 e ficou em 9º lugar no Campeonato Mundial. A estreia dele será no dia 28 de julho às 02:12 da manhã

Herbert Conceição (75kg) – Medalha de bronze no Mundial de 2019 e prata nos Jogos Pan-americanos de Lima em 2019, o estreante Herbert terá sua estreia no dia 29 de julho a partir das 05h

Obs.: Horário de Brasília

Vamos torcer por eles. Bora Bahia! Bora Brasil! 

domingo, 27 de junho de 2021

CBboxe realizará 1º Grand Prix do Boxe Olímpico do Brasil



Na reta final para os Jogos Olímpicos Tóquio, a CBBoxe realizará o 1º Grand Prix do Boxe Olímpico do Brasil, no Rio de Janeiro. Além dos sete atletas classificados para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, os 21 melhores atletas do Brasil marcarão presença na competição. O Evento tem como parceiro o ministério da Cidadania, pasta que que toma conta do esporte no governo federal.

O evento tem o objetivo de ajustar os últimos detalhes na preparação dos nossos classificados para Tóquio 2020. O alto nível dos melhores atletas brasileiros será um excelente teste para a equipe olímpica.

A equipe de boxe que irá à Tóquio, formada por Graziele de Jesus (51kg), Jucielen Romeu (57kg), Bia Ferreira (60 Kg), Wanderson de Oliveira (63kg), Hebert Conceição (75kg), Keno Marley (81kg) e Abner Teixeira (91kg) estão confirmados, além dos 3 melhores boxeadores do ranking brasileiro em cada uma das categorias.

A Bahia está bem representada nesta competição e nas olimpíadas com os atletas:

Beatriz G. Gomes Oliveira Soares - 60 kg (atleta olímpico)

Hebert W. Carvalho da Conceição Sousa - 75 kg (atleta olímpico)

Keno Marley Machado - 81 kg (atleta olímpico)

Ezequiel Monte da Cruz - 63 kg

Isaque Lira dos Santos - 91 kg

A competição será realizada entre os dias 29 de junho e 1ºde julho na Arena Carioca II, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O Canal Olímpico do Brasil fará a transmissão da competição.

Veja aqui a lista completa dos atletas participantes.


Fonte: CBBoxe


Acompanhe também as novidades e notícias de eventos de artes marciais em nosso canal no Telegram https://t.me/asia3sportsmarciais


segunda-feira, 12 de abril de 2021

Robson Conceição vence mais uma por nocaute


Na noite de sábado (10.04) Robson Conceição conquistou sua 16º vitória na carreira profissional no boxe, com oito triunfos por nocaute e oito por pontos.

Robson dominou a luta em todos os assaltos, mantendo-se no centro do ringue, conseguiu dá uma aula de boxe, defendendo-se e acertando uma combinação de golpes em sequências. Foram necessários sete rounds para o brasileiro conseguir nocautear seu adversário, com uma combinação de cruzado de esquerda no rosto e um direto no fígado, o que levou o adversário ao knockdown Apesar de tentar resistir e levantar antes da contagem dos dez segundos, Ahumada foi impedido pelo árbitro de continuar a luta.

Com isso, Robson se aproxima ainda mais do tão sonhada disputa pelo cinturão mundial dos penas da Organização Mundial de Boxe.


Acompanhe também as novidades e notícias de eventos de artes marciais em nosso canal no Telegram https://t.me/asia3sportsmarciais

terça-feira, 7 de abril de 2020

História do Boxe



O boxe ou pugilismo é um esporte de combate, no qual os lutadores usam apenas os punhos, tanto para a defesa, quanto para o ataque. A palavra deriva do inglês to box, que significa bater, ou pugilismo (bater com os punhos), expressão utilizada na Inglaterra entre 1000 e 1850.

A Origem do Boxe

O boxe como desporto já é conhecido e praticado há várias décadas e a sua origem remonta a Creta em 1500 A.C. Começou por ser praticado na Grécia e em Roma e era um desporto muito violento e desumano, pois os lutadores enfrentavam-se até à morte. Este tipo de luta foi adotado mais tarde pela primeira vez numa Olimpíada em 668 A.C. Os Jogos Olímpicos da Antiguidade e os boxeurs utilizavam faixas de couro nas mãos para proteger os dedos e lutavam até que um deles caísse inanimado ou admitisse a derrota. Com a queda do Império Romano, perdeu-se um pouco a cultura do boxe, mas tudo leva a crer que ele continuou a ser praticado, visto que a sua prática foi assinalada no fim do século IX, no Sul de Inglaterra.


A primeira competição de Boxe nos Jogos Olímpicos da era moderna aconteceu na edição de 1904, em St-Louis (EUA), com sete categorias de peso. Anos mais tarde, representantes das confederações nacionais de Brasil, Inglaterra, França, Bélgica e Holanda se encontraram em uma conferência com o objetivo de discutir sobre a criação de uma federação internacional de Boxe. Em 1920, durante a realização dos Jogos Olímpicos de Antuérpia, na Bélgica, foi criada a Federação Internacional de Boxe Amador - FIBA. Este foi um marco importante para o Boxe Olímpico na medida em que possibilitou o desenvolvimento rápido das competições internacionais, ampliando o horizonte dos atletas a partir da criação de torneios que contaram com a participação de equipes de diversos países do mundo.

Em 1946, a FIBA foi dissolvida e a Associação de Boxe Amador inglesa se uniu com a Federação Francesa de Boxe para criar a Associação Internacional de Boxe Amador – AIBA. Há mais de 65 anos a AIBA continua a regular as mais importantes competições internacionais de Boxe Olímpico, inclusive nas edições dos Jogos Olímpicos.

O aparecimento do boxe no Brasil

O boxe chegou ao Brasil com os emigrantes alemães e italianos no final do século XIX e início do século XX. Os primeiros combates foram realizados nas docas de Santos e Rio de Janeiro entre marinheiros europeus. Este estilo de luta começou a ser conhecido e praticado por vários atletas, no entanto a sua difusão foi lenta. A partir dos anos 60, o boxe ganhou um novo fulgor e isso deveu-se aos contributos do lutador Éder Jofre que foi campeão mundial em 1961 e 1973. Anos mais tarde, Adilson Maguila Rodrigues também teve um papel preponderante, pois em 1989 foi campeão sul-americano e foi segundo no ranking do Conselho Mundial de Boxe (CMB). No final dos anos noventa, surgiu uma nova promessa do boxe brasileiro: Acelino de Freitas, mais conhecido como o Popó. Ele foi campeão mundial (1999) pela Organização Mundial de Boxe (OMB) ao vencer o russo Anatoly Alexandrov e isso inspirou milhares de praticantes brasileiros.

Datas importantes na história do Boxe Olímpico

1906 – O exame médico passa a ser obrigatório antes das competições
1926 – A FIBA decide limitar um boxeador por país em cada categoria de peso. Os rounds foram limitados em três, de três minutos, por luta.
1931 – Antes dessa data, o árbitro da luta atuava do lado de fora do ringue, sentado em uma cadeira alta. O árbitro passa a acompanhar a luta de dentro do ringue. Juízes também passam a atuar ao redor do quadrilátero.
1950 – As categorias do Boxe Olímpico passam de oito para dez. Nesse ano foi decidido pela AIBA que a partir dos Jogos Olímpicos de 1952, em Helsink, na Finlândia, os perdedores das semifinais ganhariam automaticamente a medalha de bronze.
1968 – A categoria mosca-ligeiro foi introduzida nos Jogos Olímpicos da Cidade do México. O Boxe Olímpico passa a ter 11 categorias.
1972 – A superfície branca na parte da frente das luvas de Boxe é utilizada pela primeira vez naquele ano nos Jogos Olímpicos de Munique, na Alemanha Ocidental.
1974 – O Campeonato Mundial de Boxe Amador é realizado pela primeira vez. O evento aconteceu em Cuba. Atualmente acontece de dois em dois anos e é uma das competições mais competitivas e importantes do calendário mundial de Boxe Olímpico.
1994 – No 13º Congresso da AIBA, realizado em Pequim com a participação de 187 federações nacionais, algumas resoluções foram definidas e perduram até hoje. Com o objetivo de aumentar a segurança dos atletas, a utilização da luva de 10 onças passa a ser obrigatória. O limite máximo de idade foi estendido para 34 anos. Outra decisão importante foi o reconhecimento por parte da AIBA ao Boxe Feminino.
2009 – Lançamento do World Series of Boxing (WSB).
2010 – O Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) aceita a introdução do Boxe Feminino nos Jogos Olímpicos em três categorias de peso. O Boxe Masculino passa a ter, a partir de então, 10 categorias de peso.
2011 – Lançamento da AIBA Pro Boxing (APB)

Crescimento do esporte, a luta e os golpes

Porém, o boxe só ganhou algumas regras, aproximando-se do que é hoje, no século XVII, no Reino Unido. Foi no ano de 1867, que o uso de luvas e o número de assaltos foram determinados como regras oficiais.

Para tornar as lutas mais competitivas, as regras do boxe definiram categorias que variam de acordo com o peso do lutador (boxeador ou pugilista).

As lutas profissionais possuem, no máximo, 12 assaltos com 3 minutos cada. Porém, em determinadas competições o número de assaltos pode ser menor. Nas Olimpíadas, por exemplo, são 3 rounds de 3 minutos cada.

No final de cada assalto, os lutadores ganham pontos, que são atribuídos por cinco jurados da luta. Estes pontos, definidos por golpes e defesas, servem para definir o ganhador em caso de a luta chegar até o fim. Quando um lutador consegue derrubar o adversário e este permanece por 10 segundos no chão ou não apresentar condições de continuidade na luta, ela termina por nocaute. A luta também pode terminar se um dos treinadores jogar uma toalha branca no ringue. Este gesto significa desistência do lutador comandado pelo treinador que jogou a toalha.

No boxe, não são permitidos golpes baixos (na linha da cintura ou abaixo dela). 

Principais golpes de boxe: os principais golpes de boxe são: cruzado (aplicado na lateral da cabeça do adversário), jab (golpes preparatórios de baixo impacto e rápidos), direto (soco frontal) e upper (também conhecido como gancho, ocorre de baixo para cima atingindo o queixo).

Principais organizações internacionais:

 - Associação Mundial de Boxe (AMB)
 - Conselho Mundial de Boxe (CMB)
 - Federação Internacional de Boxe (FIB)
 - Organização Mundial de Boxe (OMB)

Os Famosos do Boxe

Conheça alguns famosos no mundo do boxe.
No feminino: Adriana Araújo, Beatriz Ferreira, Rose Valantê,
No masculino:  Larry Holmes, Muhammad Ali, Sugar Ray Leonard, Oscar de la Hoya, Julio Cesar Chavez e Mike Tyson. Rocky Marciano, Teofilo Stevenson, Joe Frazier, George Foreman, Lennox Lewis, Jeff Fenech. No Brasil, podemos destacar Éder Jofre, Adilson "Maguila" Rodrigues Servílio de Oliveira, Miguel de Oliveira, Reginaldo ‘Hollifield’ Andrade e Acelino Popó Freitas, Robson Conceição, Esquiva Falcão, Hebert Conceição.


Fonte: cbboxe, Sua Pesquisa, Lutas Artes Marciais, BoxeTraining 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Adriana Araújo Defenderá o Título Mundial no Boxing For You



No dia 29 de fevereiro Adriana Araújo fará sua primeira defesa de título mundial. A pugilista baiana enfrentará a venezuelana Estheliz Hernandez no próximo Boxing For You, na Arena de Lutas, em São Paulo, valendo o cinturão do mundial silver da categoria super-leve (até 63,5 kg) do Conselho Mundial de Boxe.

A soteropolitana conquistou o mundial título em outubro de 2019, após conquistar o cinturão Silver do Conselho Mundial de Boxe (WBC), na categoria “Super-leves” (até 63,5kg) contra a argentina Claudia Andrea Lopez por decisão unânime (100 a 89, 100 a 89 e 99 a 90) no Boxing For You 7. Ela ainda foi indicada para o prêmio “revelação” da entidade. Atualmente a baiana possui um cartel de cinco vitórias em cinco lutas profissionais. A primeira foi em 2017, quando derrotou Elaine Maria de Albuquerque.

Em entrevista ao site do Correio24horas, Adriana Araújo diz: "Minhas expectativas são as melhores, eu já conheço a minha adversária do boxe olímpico, ela lutava na categoria 57kg, tem um estilo de luta bem parecido com o meu, mas eu tenho um diferencial e vou usar isso contra ela, estou bem, treinando duro aqui em Salvador (BA) e com certeza isso me levará ao título principal".

A baiana, aliás, vem treinando desde agosto com o boxeador Robenilson de Jesus, que participou de três olimpíadas (2008, 2012 e 2016). Já que o técnico dela está impossibilitado de treiná-la por problemas de saúde.

Sobre a oponente, Estheliz Hernandez, Adriana fez elogios. "Já presenciei algumas lutas dela no boxe olímpico, lutando pela seleção venezuelana, é uma atleta que sabe boxear, tem um estilo parecido com o meu, gosta de trabalhar no contra golpe. Mas ainda não vi como profissional - apesar de ser boxe, são esportes diferentes. Eu tenho a força a meu favor, posso usar golpes duros no corpo dela, é como eu quero começar o início da luta contra ela".

A luta será transmitida pelo canal FoxSports.


Fonte: Correio24horas

domingo, 24 de novembro de 2019

Qual Luva de Boxe Devo Comprar?


Atualmente no mercado você encontra uma grande variação de cores, design, marcas e valores diferente de luvas de boxe. A escolha correta desta luva depende do seu nível de prática, além do seu peso.

Quando você é um iniciante na prática do boxe é importante saber que você não deve escolher qualquer luva de boxe, assim como os intermediários e avançados na prática.

A luva pode ser feita com couro e couro sintético. Ambos servem para amortizar o impacto sobre as falanges (ossos que formam os dedos) e as áreas de ataque do parceiro (cabeça, tórax, abdômen, costelas, ombros, braços).

A qualidade das luvas do boxeador influenciará a técnica e a qualidade de sua luta, bem como o conforto e a segurança dos praticantes.

Dentre os critérios de compra temos: por tamanho, por peso e pelo nível de prática. Vamos falar um pouco de cada um agora.

QUAL TAMANHO E PESO ESCOLHER?

O tamanho das luvas de boxe é expressa em OZ (que é a abreviação de Ounce, uma unidade de medida britânica, comumente utilizada no mundo, para as luvas de boxe) que equivale em média 28,4 gramas.

A Oz ou onça, como alguns chamam representa o peso da luva (e, portanto, seu nível de proteção) adaptado ao peso do boxeador.

A palavra OZ, quase sempre escrita na própria luva, antecede um número que pode variar de 6 a 16OZ. E sua variação vai de acordo com o peso do lutador.

6 Oz = 170,4g é recomendado para lutadores de 45 kg ou menos.
8 Oz = 227,2g é recomendado para lutadores de 45 a 65 kg
10 Oz = 284g é recomendado para lutadores de 65 a 78 kg
12 Oz = 340,8g é recomendado para lutadores de 78 a 90 kg
14 Oz = 397,6 é recomendado para lutadores com mais de 90kg
16 Oz = 454,4 é recomendado para lutadores com mais de 90 kg para uma proteção maior.

Essas categorias de luvas são importantes para competições. Mas para a sua escolha vale sempre o binômio conforto x proteção. Quanto maior a luva, maior o peso e a proteção das mãos e do seu parceiro de treinos. Porém é uma excelente ideia não adquirir uma luva muito fora da sua faixa de peso, pois o treino pode se tornar desconfortável e até mesmo perigoso. No treinamento esportivo, uma luva muito grande irá diminuir a velocidade dos movimentos.

É por isso que existem diferentes tamanhos, dependendo do peso do usuário.

Aqui está uma tabela para visualizá-los:


QUAL TIPO DE LUVA ESCOLHER DE ACORDO COM SEU NÍVEL DE PRÁTICA?

Se sua prática for apenas de uma vez por semana – o que é melhor que nada – ou mais esporadicamente, luvas de boxe que te proporcione conforto serão suficientes, enquanto que os competidores exigirão um produto com melhor acabamento e resistência.

Em resumo: praticantes iniciantes podem usar luvas que proporcione conforto, para praticantes intermediários ou regulares luvas que proporcione boa resistência e para os avançados e profissionais as luvas de couro que proporciona resistência e proteção.

Dica: Para proteger ainda mais as mãos e os pulsos, coloque sempre uma bandagem. Para quem não sabe é aquela faixa enrolada de maneira específica nas mãos antes de colocar as luvas. Isso evita grandes entorses e alivia ainda mais o impacto dos dedos. A bandagem também tem outra função importantíssima que é a absorção de parte do suor que fica nas luvas. As mãos estão entre as partes mais suadas do corpo sendo acompanhadas por cabeça, virilhas, axilas e pés.

A qualidade dos materiais também é uma variável de ajuste na escolha de suas luvas de boxe. Que pode ser uma imitação do couro ou de poliuretano (PU) que podemos encontrar de diversas cores.

PU é uma sigla para poliuretano, um polímero resistente a rasgos que pode ser muito elástico.

TIPOS DE LUVAS DE BOXE

Luvas Bate-Saco – Feitas para proteger suas articulações enquanto você golpeia o saco de pancada. Na maioria elas são pequenas e finas outras são duras e não se encaixam no punho. As mais caras parecem luvas de boxe normais.

Luva de Treino – Luva para uso diário. Algumas não tem amortecimento suficiente para sparing.

Luva de Sparring – Luva de uso geral. São feitas com amortecimento extra para proteger suas mãos assim como amortecer os golpes do oponente. As luvas de sparing devem ter pelo menos de 14oz até 16oz.

Luvas Profissionais ou Luvas de Luta – menores e mais compactadas não são recomendadas para qualquer outra coisa além de competição.

Luva para Aeroboxe – possui menor amortecimento possível e não duram muito. Possui um valor de compra muito baixo.

QUANTO CUSTARÁ?

A frequência de uso determinará muito o preço, o acabamento e a durabilidade do par de luvas: um par de material sintético mais barata pode sair por R$ 65 e vai durar muito menos que um par de boas luvas de couro que tem um custo médio de R$ 260.

Bom, agora que você já conhece um pouco mais sobre as luvas de boxe agora é só escolher e começar a treinar ou até competir.

Aqui na ÁSIA3 temos as melhores marcas para seu esporte favorito. Acesse nossa loja virtual ou nossas redes sociais e faça seu pedido.


Fontes: superprof, domyos, bodout, expertboxing

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Adriana Araújo Busca Título Mundial no Boxing For You 7



A pugilista baiana Adriana Araújo disputará, na noite desta sexta-feira (18), o título mundial Silver do Conselho Mundial de Boxe (CMB).

A medalhista olímpica de Londres 2012, Adriana Araújo sobe ao ringue com 100% aproveitamento na carreira profissional com quatro vitórias até o momento. Ela fará a luta principal da 7ª edição do Boxing For You contra Claudia Lopez, da Argentina, na Arena de Lutas, em São Paulo, na categoria super-leves (até 63,5 kg).

A luta está programada para um total de 10 rounds e terá início às 00h45, com transmissão ao vivo na TV Bandeirantes. O card completo será transmitido pelo Band Sports na TV Fechada a partir das 22h.

sábado, 17 de agosto de 2019

Boxeadores Baianos Venceram Suas Lutas no Boxing For You



Realizado no último domingo (11/08), a sexta edição do Boxing For You aconteceu em São Paulo e teve a presença de dois atletas baianos Adriana Araújo e Robenílson de Jesus.

As Lutas


A medalhista olímpica Adriana Araújo foi o principal destaque da sexta edição do Boxing For You, evento realizado no último domingo (11/08) em São Paulo. Ela conquistou o título latino do Conselho Mundial de Boxe das super-leves (até 63,5 Kg) ao vencer a argentina Yamila Abellaneda por decisão unânime, após dez rounds com os placares de 99 a 91. Este resultado ainda garantiu a promessa de lutar pelo o cinturão mundial da categoria. O cinturão foi entregue à lutadora por Éder Jofre, ídolo do Boxe nacional e internacional. 

Já Robenilson de Jesus (que disputou três Jogos Olímpicos) enfrentou o chileno Robinson Laviñanza pelo super-galos (até 55,338 kg), que logo no início da luta deram um susto no público. Uma trombada de cabeça provocou cortes nos dois pugilistas e obrigou Júlio Salomão a parar o combate por várias vezes.

Robenílson de Jesus manteve sua mesma estratégia de velocidade usada nas edições anteriores do Boxing For You e dominou as ações no ringue da Arena de Lutas. O chileno não conseguiu achar o brasileiro, que mostrou ainda guardar seu estilo olímpico na memória.

Ao fim de oito rounds, os juízes anotaram 80 a 71 para o baiano, que agora soma três vitórias em três lutas após trocar a carreira olímpica pela profissional. Robenílson esteve nos jogos de Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016, além de ser medalhista pan-americano em Guadalajara 2011. Ao todo foram 07 lutas na 6ª edição deste evento.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

PUGILISTAS BAIANOS VENCEM SEUS OPONENTES NO BOXING FOR YOU



Os medalhistas olímpicos e baianos Adriana Araújo, Robenilson de Jesus e Robson Conceição venceram as primeiras lutas no Brasil como profissionais, no último domingo (31.03).

A quinta edição do Boxing For You, o maior da América do Sul foi realizado no Portobello Resort & Safari, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. Agora, eles sonham em disputar em um futuro próximo o título mundial.

Robson e o argentino Sergio Ariel Estrela

Em seu primeiro compromisso no boxe profissional em solo brasileiro. Em uma luta "relâmpago", Robson (30) não deu chance ao adversário e manteve a invencibilidade ao nocautear (em 1min54s de luta) o argentino Sergio Ariel Estrela, pelo super-pena (até 60kg).

Robson dominou a luta desde o primeiro instante, golpeando com facilidade e desferindo bons ganchos contra o fraco argentino, que se afobou e esqueceu de defender as investidas do brasileiro. Após três knockdowns, o árbitro interrompeu a disputa depois de Estrela não mostrar mais condições de continuar decretando o triunfo do lutador baiano.

O Campeão Olímpico do Rio-2016, Robson manteve a invencibilidade e o sonho de disputar o título mundial. Agora ele possui 12 vitórias, seis por nocautes na carreira.

Adriana Araújo

A medalhista olímpica Adriana Araújo enfrentou a pernambucana Elaine Albuquerque, na categoria meio-médio (até 66 quilos). A luta fez parte do card principal do Boxing for You e foi a única luta feminina do evento. Adriana já tinha vencido Elaine Albuquerque em 2017.

Em sua terceira luta como profissional, a baiana nocauteou a pernambucana Elaine Albuquerque, aplicando dois knockdowns, finalizando a luta no tempo de 1m49s, ainda no primeiro round. Adriana continua invicta com três vitórias, sendo este seu primeiro nocaute.

A pugilista baiana Adriana Araújo, de 37 anos, nascida e criada em Salvador, foi a primeira brasileira a vencer uma luta de boxe feminino em Olimpíadas e a primeira mulher a obter medalha olímpica no boxe, levando um bronze nos jogos de Londres, em 2012. No entanto, tal feito não foi suficiente para Adriana ter uma vida financeira digna de sua carreira e ela teve que atuar como motorista de aplicativo até o ano passado para complementar a renda e permanecer no esporte. Adriana conseguiu dar a volta por cima e retomar com tudo sua carreira no Boxe, que é a principal paixão de sua vida.

Robenilson de Jesus

Fazendo sua segunda luta como profissional na categoria peso-pena (até 57Kg), Robenilson de Jesus venceu Agnaldo Valério por decisão unânime (60-54, 50-54, 60-53), após seis rounds.

O baiano Robenilson de Jesus (31 anos), natural de Boa Vista do Tupim – Bahia, participou de três Olimpíadas (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016).

Confira os resultados geral das lutas:

Médio (até 72,5kg) – Esquiva Falcão venceu Jorge Daniel Miranda por decisão unânime;
Super penas (até 58kg) – Robson Conceição venceu Sergio Ariel Estrela por nocaute;
Meio-médio (até 66Kg) – Adriana Araújo venceu Elaine Albuquerque por nocaute;
Pena (até 57Kg) – Robenilson de Jesus venceu Agnaldo Valério por decisão unânime;
Super-pena (até 58Kg) – Eduardo Costa “Pará” venceu Wallace “Canhoto de Ouro” por nocaute Super-pena (até 58Kg) – Roger Guterres venceu Benedito Neto por nocaute;
Meio-médio (até 66Kg) – Fernando “Black” venceu Paulinho Martins por decisão dividida.

O evento foi exclusivo para uma plateia formada por empresários e famosos, principalmente do meio esportivo, que fizeram muito barulho. Dentre eles, estiveram presentes: a jogadora de vôlei de praia Talita, o ciclista Henrique Avancini, atual terceiro colocado do ranking mundial de mountain bike, e da pentacampeã mundial de jiu-jítsu Kyra Gracie, que esteve acompanhada do marido, o ator Malvino Salvador.


Fonte: site Lance